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Trilha Amazônia Atlântica passa a contar com 1.000 quilômetros totalmente sinalizados entre o Pará e o Maranhão

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A Trilha Amazônia Atlântica passa a contar com cerca de 1.000 quilômetros integralmente sinalizados, conectando o Parque Estadual do Utinga, em Belém (PA), ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (MA). O percurso reúne 19 unidades de conservação e atravessa 10 territórios quilombolas, percorrendo uma das regiões de maior riqueza socioambiental do país, onde a Floresta Amazônica encontra o Oceano Atlântico.

A conclusão da sinalização foi realizada por uma equipe de voluntários da trilha, com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela manutenção das marcações existentes e pela implantação da sinalização nos trechos que ainda não contavam com o sistema.

Com o trabalho concluído, a Trilha Amazônia Atlântica consolida-se como uma das maiores trilhas de longo curso totalmente sinalizadas da América Latina. A iniciativa fortalece a integração entre áreas protegidas, comunidades tradicionais e destinos turísticos dos estados do Pará e do Maranhão, além de estimular o turismo de natureza, a conservação da biodiversidade e a geração de renda para as populações locais.

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Durante a expedição, a equipe também apoiou o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses na sinalização da Travessia dos Lençóis, a mais nova trilha de longo curso da Rede Brasileira de Trilhas. Com isso, dois importantes percursos passam a estar totalmente sinalizados e disponíveis para uso público.

A Travessia dos Lençóis Maranhenses amplia as opções de visitação no parque e diversifica os roteiros disponíveis aos visitantes. O novo percurso proporciona uma experiência mais imersiva na paisagem e valoriza a cultura, a história e os modos de vida das comunidades que vivem na região, fortalecendo o turismo sustentável e o desenvolvimento local.

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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Oferta restrita impulsiona preço do café e mantém cotações em alta no mercado internacional

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A oferta limitada de café no mercado físico voltou a sustentar a valorização dos contratos futuros na última semana, reforçando o cenário de firmeza para as cotações internacionais. Mesmo diante da expectativa de uma safra recorde no Brasil, a menor disponibilidade imediata do produto, aliada a fatores técnicos e à atuação dos investidores, manteve o mercado aquecido.

De acordo com análise da StoneX, o café arábica alcançou as maiores cotações das últimas seis semanas, refletindo a combinação entre a leve deterioração das condições de colheita no Brasil e o movimento de recompra de posições vendidas por fundos de investimento.

O contrato de setembro de 2026 do café arábica encerrou a semana cotado a 273,2 centavos de dólar por libra-peso, acumulando valorização de 2,0% no período.

O desempenho reforça que, apesar da perspectiva de uma produção brasileira robusta em 2026, o mercado segue atento à disponibilidade de café no curto prazo. A restrição na oferta física continua sendo um dos principais fatores de sustentação dos preços, evidenciando a sensibilidade das bolsas às condições imediatas de abastecimento.

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Robusta também registra valorização

O mercado do café robusta acompanhou o movimento de alta, sustentado pelas preocupações relacionadas aos possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a produção mundial e pelo ritmo ainda moderado de comercialização no Brasil.

O contrato de setembro de 2026 fechou a semana cotado a US$ 3.627 por tonelada, avanço de 1,0% em relação à semana anterior. Durante o pregão de quinta-feira (25), a cotação chegou a US$ 3.692 por tonelada, o maior patamar registrado desde o fim de março.

Cenário externo influencia, mas fundamentos do café predominam

No ambiente macroeconômico, os investidores também monitoraram os desdobramentos das tensões entre Estados Unidos e Irã. A queda dos preços internacionais do petróleo ao longo do fim de semana ajudou a melhorar o sentimento dos mercados financeiros.

Apesar desse contexto, os fundamentos específicos do mercado cafeeiro continuaram sendo o principal direcionador das cotações. A evolução da colheita brasileira, a oferta disponível de grãos e a atuação dos fundos de investimento permaneceram no centro das atenções, sustentando tanto o café arábica quanto o robusta no mercado internacional.

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Com estoques ainda ajustados e comercialização cautelosa por parte dos produtores, o mercado segue acompanhando de perto o avanço da safra brasileira, fator que deverá continuar determinando o comportamento dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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