Ministério Público MT

Trio é condenado por homicídio de mulher trans dentro de penitenciária

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (10), todos os denunciados pelo homicídio de Thiago Henrique Varconti, que adotava o nome social Gabriela Varconti. O crime foi praticado no interior do Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos Dantas, em 22 de julho de 2024, e ganhou repercussão pela extrema violência empregada contra a vítima.O Conselho de Sentença acolheu integralmente os pedidos do Ministério Público, reconhecendo a responsabilidade criminal de todos os acusados e rejeitando todas as teses defensivas.Dionei Cristian da Silva foi condenado por homicídio triplamente qualificado e fraude processual, à pena de 24 anos e 6 meses de reclusão, além de oito meses de detenção. Os demais réus, Vagner Raimundo Francisco dos Santos Queiroz e Jimmy Stanley Moraes de Oliveira, foram condenados por homicídio triplamente qualificado, cada um à pena de 24 anos e seis meses de reclusão.O veredicto confirmou a acusação de que o crime foi praticado em circunstâncias de elevada gravidade, com o reconhecimento de todas as qualificadoras submetidas à apreciação dos jurados.A decisão encerra um dos casos de maior repercussão do sistema prisional mato-grossense nos últimos anos e reafirma o papel constitucional do Tribunal do Júri na tutela da vida humana.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Réu é condenado a 28 anos por homicídio e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Nova Mutum condenou Bruno Feitoza da Silva pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e participação em organização criminosa, na última sexta-feira (11). A pena foi fixada em 28 anos, sete meses e 18 dias de reclusão, além do pagamento de 20 dias-multa, em regime inicial fechado. O réu não poderá recorrer da sentença em liberdade. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade dos crimes, a autoria e as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Bruno Feitoza da Silva integrava uma organização criminosa estruturada e com divisão de tarefas, voltada à obtenção de vantagens por meio da prática de delitos. Em janeiro de 2025, ele e outros envolvidos ainda não identificados participaram do homicídio de Laercio Aquino Pereira da Silva. O crime ocorreu em uma estrada de acesso à área de descarte de recicláveis do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Nova Mutum. A vítima foi executada com diversos disparos de arma de fogo. Conforme apurado durante as investigações, o homicídio teve como motivação a atuação da organização criminosa, circunstância que caracterizou o motivo torpe. Também ficou comprovado que o crime foi cometido mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, levada a um local ermo e executada por agentes em superioridade numérica.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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