Educação

Último dia de adesão ao Na Ponta do Lápis

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Os secretários de educação dos municípios, dos estados e do Distrito Federal têm até esta sexta-feira, 19 de dezembro, para aderir ao programa Na Ponta do Lápis. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e parceiros visa promover ações destinadas à consolidação de esforços para a educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária na educação básica. Os entes federativos podem realizar a adesão por meio do módulo do programa no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Até o momento, 25 estados, o Distrito Federal e mais de 3.500 municípios já aderiram.  

Instituído pela Portaria MEC nº 502/2025, o programa investe também na construção da cidadania, ao promover uma relação responsável e sustentável com dinheiro e consumo, bem como uma compreensão crítica e consciente acerca de temas como previdência, impostos, seguros, entre outros tópicos que afetam tanto a experiência de vida quanto os projetos de futuro dos estudantes.       

Adesão – A adesão é voluntária, mediante assinatura do termo de compromisso pelos secretários de educação dos municípios, dos estados e do Distrito Federal. Durante o processo, as redes de educação deverão indicar um profissional para atuar como coordenador técnico do programa.   

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Após a adesão, as redes deverão: compartilhar com o MEC informações e dados necessários ao planejamento e à execução das ações de assistência da União referentes ao programa, ao monitoramento e à avaliação de sua implementação e seus resultados; elaborar plano de trabalho com foco em elaboração, implantação, fortalecimento e consolidação de ações dedicadas à educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária; e mobilizar e engajar os profissionais de sua rede de ensino para a participação nas ações de formação, compartilhamento, sistematização e disseminação de boas práticas no campo da educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária.    

Para apoiar as redes, o MEC elaborou um Guia Rápido de Adesão, com orientações sobre como realizar o processo dentro do Simec. Também disponibilizou o e-mail [email protected] para tirar dúvidas e oferecer mais informações.     

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Novos campi de universidades federais iniciam atividades

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Oito dos 11 novos campi de universidades federais criados no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) já iniciaram atividades acadêmicas em diferentes regiões do Brasil. A expansão, conduzida pelo Ministério da Educação (MEC), amplia a presença da Rede Federal de Educação Superior e leva novas oportunidades de formação a municípios que ainda não contavam com universidades federais. Os investimentos no eixo “Expansão” do Novo PAC chegam a R$ 600 milhões. 

O primeiro campus a iniciar as aulas foi o de Baturité (CE), da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), em 2024. Em 2025, começaram as atividades nos campi de Rurópolis (PA), da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa); Sertânia (PE), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Cidade Ocidental (GO), da Universidade Federal de Goiás (UFG). 

Em 2026, passaram a funcionar os campi de Jequié (BA), da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB); São José do Rio Preto (SP), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar); Estância (SE), da Universidade Federal de Sergipe (UFS); e Ipatinga (MG), da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). 

Para o ministro da Educação, Leonardo Barchini, a expansão da Rede Federal fortalece o acesso à educação superior pública e contribui para o desenvolvimento regional. “A abertura de novos campi é uma estratégia para ampliar oportunidades de acesso à universidade federal e levar ensino, pesquisa, extensão e inovação para regiões que ainda não contavam com a presença da rede federal”, afirmou. 

Atividades em estruturas provisórias – Enquanto as obras das estruturas definitivas avançam, as atividades acadêmicas desses campi têm sido realizadas provisoriamente em prédios cedidos por redes municipais e estaduais de ensino nas próprias localidades. 

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De acordo com o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus David, a estratégia permite antecipar o acesso dos estudantes à universidade federal. “Com essa solução, conseguimos iniciar a oferta de cursos antes da conclusão das obras e garantir que os estudantes já comecem sua formação enquanto os campi permanentes são construídos”, explicou. 

Cursos ofertados nos novos campi – Os novos campi têm cursos definidos de acordo com as demandas regionais e com as áreas de atuação de cada universidade. 

Em Baturité (CE), a Unilab iniciou atividades com o curso de medicina. No campus de Rurópolis (PA), da Ufopa, são ofertados os cursos de agronomia e letras – língua portuguesa. Em Sertânia (PE), a UFPE oferta gestão pública, engenharia de energias renováveis, engenharia de recursos hídricos e do meio ambiente e história. 

Em Cidade Ocidental (GO), o campus da UFG oferta cursos de ciências da segurança, engenharia de segurança cibernética, engenharia de software, administração pública, inteligência artificial aplicada à gestão pública e gestão de saúde digital. Em Jequié (BA), a UFSB prevê os cursos de administração, bacharelado interdisciplinar em ciências, bacharelado interdisciplinar em humanidades, engenharia em cibersegurança e agronomia. No campus de São José do Rio Preto (SP), da UFSCar, são ofertados bacharelado interdisciplinar em artes, bacharelado interdisciplinar em ciência, tecnologia e inovação e bacharelado interdisciplinar em ciências e humanidades. 

Em Ipatinga (MG), a Ufop disponibiliza o curso de pedagogia, com previsão de o curso de direito ser ofertado a partir do segundo semestre de 2026. O campus de Estância (SE), da UFS, oferta engenharia têxtil, gestão e empreendedorismo, gestão ambiental, ciência de dados, biotecnologia e engenharia de produção. 

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Novos campi para 2026 – Outros campi previstos na expansão também devem entrar em funcionamento ao longo de 2026. No campus de São Gabriel da Cachoeira (AM), da Ufam, as atividades têm previsão para iniciar no segundo semestre, com o curso de licenciatura em formação de professores indígenas já autorizado pelo MEC. 

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) também prepara o início das atividades em Lucas do Rio Verde (MT), onde estão previstos cursos de engenharia de software, inteligência artificial e letras – português e inglês. 

Entre as unidades anunciadas, o campus de Caxias do Sul (RS), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi credenciado em junho e seu primeiro curso autorizado é o de ciência de dados. 

Expansão pelo Novo PAC – A criação dos novos campi integra o eixo de educação superior do Novo PAC, que prevê investimentos de cerca de R$ 600 milhões para ampliar e fortalecer a rede federal de ensino superior em todas as regiões do país. 

A iniciativa busca ampliar o acesso à universidade pública e estimular o desenvolvimento regional, por meio da formação de profissionais qualificados, da produção científica e de projetos de extensão voltados às necessidades locais. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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