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Ultracargo amplia escoamento de biocombustíveis com novo desvio ferroviário em Rondonópolis

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A Ultracargo iniciou a operação de seu mais recente desvio ferroviário no terminal de Rondonópolis (MT), um investimento de R$ 95 milhões que reforça a integração logística entre o Centro-Oeste e o Sudeste.

Desvio ferroviário de 4 km aumenta capacidade operacional

Com cerca de 4 km de extensão, o novo desvio foi planejado para permitir a operação de composições com até 80 vagões. Com essa melhoria, o terminal de Rondonópolis passa a ter capacidade para movimentar até 3 milhões de metros cúbicos por ano, ampliando significativamente o escoamento de biocombustíveis.

Segundo a Ultracargo, a estrutura viabiliza uma logística de frete retorno eficiente: os mesmos trens que levam derivados de petróleo para o Mato Grosso retornam ao Sudeste carregados com biocombustíveis, especialmente etanol de milho.

Expansão da infraestrutura e modernização de terminais

Além do desvio ferroviário, o investimento contemplou a ampliação da capacidade estática em 15 mil m³, com a construção de dois novos tanques de etanol, e a modernização das plataformas ferroviárias e rodoviárias do terminal. Essas melhorias garantem maior agilidade na movimentação de cargas e maior segurança operacional.

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Conexão estratégica entre Rondonópolis e Paulínia

O conjunto de melhorias permite uma operação integrada, reduzindo em até dois dias o ciclo logístico entre Mato Grosso e São Paulo. Isso elimina gargalos associados ao transporte rodoviário de longa distância e fortalece a eficiência do escoamento de combustíveis.

O projeto ganha ainda mais relevância com a sinergia do desvio ferroviário em Paulínia (SP), concluído pela Ultracargo em junho de 2025. Essa estrutura conecta o terminal da Opla — joint venture com a BP — diretamente à unidade de Rondonópolis, atendendo à crescente demanda do setor sucroenergético e garantindo o abastecimento contínuo de combustíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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O que deve constar na Nota Fiscal do pescado?

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A nota fiscal é o documento de origem do pescado. Isso foi determinado pela Portaria Interministerial MPA/MAPA Nº 54 de 9 de abril de 2026. Significa que esse documento é a principal forma de registro e rastreamento da matéria-prima para a indústria do pescado para fins de inspeção. 

A norma também estabelece que a nota fiscal deve conter:  

– número do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) de acordo com a categoria; 

– número de identificação de registro do estabelecimento de destino junto ao Serviço de Inspeção Oficial; e 

– Nome comum e quantidade da espécie de pescado. 

 

Na nota fiscal também podem constar outras informações, como a categoria do RGP, entre outros documentos.  

Clique e saiba mais sobre a Nota Fiscal do Pescado.

 

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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