Mato Grosso

Unemat abre processo seletivo para contratação de intérprete de libras e ledor/escrevente

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A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) publicou o edital para processo seletivo simplificado visando a contratação temporária de intérprete de libras e ledor/escrevente.

Há vagas em cadastro de reserva para os câmpus de Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Bugres, Cáceres, Diamantino, Juara, Médio Araguaia, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda (Núcleo Pedagógico de Vila Bela da Santíssima Trindade), Sinop, Tangará da Serra e reitoria.

O edital completo pode ser acessado clicando aqui.

As vagas visam garantir acessibilidade e suporte pedagógico a alunos com deficiência que, atualmente, estão matriculados ou aos que vierem a se matricular, bem como os professores que necessitarem de atendimento na Unemat.

Inscrições

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de 4 a 13 de março, exclusivamente via internet, pelo portal de seletivos da Unemat.

Para ambas as funções, é exigido Ensino Médio completo. Além disso, para as vagas de intérprete de Libras é necessária formação específica em tradução/interpretação de Libras/Português por meio de cursos profissionalizantes, extensão ou formação continuada reconhecidos. Já para ledor/escrevente, é necessário ter formação ou experiência comprovada de pelo menos um semestre letivo em atendimento a alunos com necessidades especiais.

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Processo Seletivo

Avaliação de inscrição; prova prática, prevista para ocorrer entre 23 e 25 de março e avaliação de títulos.

A carga horária prevista é de 30 horas semanais, com salário de R$ 3.875,67.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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