Turismo

Único resort de luxo do mundo 100% flutuante é do Brasil; conheça

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Quarto do resort na Floresta Amazônica
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Quarto do resort na Floresta Amazônica


No coração da Amazônia, a 8k de Manaus, está localizado o único resort de luxo do mundo 100% flututante. O Uiara Amazon Resort, batizado em homenagem à lendária sereia protetora das águas, fica no meio do Lago Salvador.

O hote de selva tem 92 apartamentos e desde 2008, quando foi inaugurado, já recebeu 200 mil hóspedes. A diária custa R$ 1.950 por casal e inclui 4 refeições (café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar), além do transfer de Manaus até o resort. Alguns apartamentos têm uma varanda com rede às margens do Lago Salvador.

Aulas de arco e flecha indigena

Na chegada ao hotel o hóspede tem um welcome drink de cortesia e nas suites tem uma canoinha com bombons regionais e uma carta de boas vindas. Os hóspedes do resort podem realizar uma trilha ecológica, fazer um passeio de canoa ou se arriscar em uma pesca recreativa e  e contemplação do nascer do sol também estão na lista de atrativos do hotel de selva.

Passeio de canoa pelo Lago Salvador
Divulgação

Passeio de canoa pelo Lago Salvador



Cercada pela Floresta Amazônica, o Uiara Amazon Resort tem 3 torres e ainda conta com um centro de eventos com capacidade para 800 pessoas. Segundo o CEO do Resort, Wander Areosa, este hotel marcou o nascimento de um novo conceito, onde a proteção ambiental e a excelência em hospitalidade andam de mãos dadas.




“Ele não é apenas um destino de férias; é uma experiência única que combina comodidade de alta classe com respeito e integração total com o meio ambiente. Nosso compromisso é proporcionar lembranças e momentos únicos para quem nos visita”, afirma.

Wander Areosa é um dos embaixadores do programa “Amazônia Que Eu Quero”;  Ele atua na promoção de práticas sustentáveis e na sensibilização da população e de outros empresários sobre a necessidade urgente de proteger a floresta amazônica.

O resort tem 3 torres com 92 apartamentos
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O resort tem 3 torres com 92 apartamentos

Fonte: Turismo

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Turismo

Do doce de cacto ao tucupi negro: Salão do Turismo transforma Fortaleza em uma viagem pelos sabores do Brasil

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Quem visitou o Salão do Turismo, em Fortaleza, conseguiu viajar pelo Brasil sem sair do Centro de Eventos do Ceará. Bastava seguir o cheiro do café do Espírito Santo, experimentar um doce de cacto da Paraíba, provar uma geleia de torresmo de Santa Catarina ou descobrir aromas amazônicos no estande do Amapá. Ao longo dos três dias de evento, a gastronomia virou uma das principais experiências do Salão.

Realizado pelo Ministério do Turismo (MTur), pela primeira vez no Nordeste, o evento reuniu os 26 estados e o Distrito Federal em uma programação que conectou turismo, cultura, artesanato e sabores regionais.

Sabores com histórias

No estande da Paraíba, um dos produtos que mais despertou curiosidade foi o doce de palma, preparado a partir do cacto usado tradicionalmente na alimentação animal no sertão. Na culinária local, o ingrediente ganhou coco e virou sobremesa típica.

“É algo surpreendente pra quem prova pela primeira vez”, contou José Orlando, interlocutor de turismo de São José de Princesa. O município também apresentou trilhas, restaurantes típicos e experiências ligadas ao turismo rural e quilombola.

No espaço do Amapá, a proposta foi apresentar a chamada “culinária do meio do mundo”, marcada por ingredientes amazônicos e técnicas tradicionais da região. Entre os destaques estavam sobremesas feitas com cumaru, conhecido como a “baunilha da Amazônia”, além de pratos elaborados com tucupi negro, peixes regionais e castanha-do-brasil.

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“A floresta nos dá aromas, sabores e cores únicos. A gente trabalha com produtos da região e valoriza técnicas locais”, explicou Sandro Belo, presidente da Abrasel, no Amapá.

Já Santa Catarina apostou em produtos típicos do Vale Europeu, como bala de banana, geleias artesanais, salames italianos e até uma geleia feita à base de torresmo moído, tradição ligada à imigração europeia e à agricultura familiar do estado.

Vitrine nacional para pequenos produtores

No Armazém da Agricultura Familiar, pequenos produtores, de diferentes regiões do país, apresentaram doces, pimentas, queijos, molhos artesanais, cachaças e produtos típicos do Cerrado e do sertão nordestino.

Do Ceará, Katiuce Guerreiro levou produtos de um grupo que trabalha com turismo de base comunitária e sítios arqueológicos. “Quando a gente participa de um evento desse tamanho, o produto deixa de ser conhecido só localmente e passa a ter visibilidade nacional”, afirmou.

Já a Cooperativa Floryá, de Goiás, chamou atenção por causa dos sabores do Cerrado, como molhos artesanais, pastas de baru, mel de flor de laranjeira, cachaças e produtos feitos a partir de ingredientes típicos da região. 

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A história das produtoras também se destacou: formada exclusivamente por mulheres, a iniciativa nasceu durante a pandemia, quando agricultoras da região passaram a enfrentar dificuldades para comercializar os alimentos.

“A gente começou com um delivery de cestas básicas porque tinha produção parada e famílias passando necessidade. Depois, as mulheres perceberam que podiam produzir, vender e conquistar independência financeira”, contou Ana Caroline, gerente de projetos de inclusão da cooperativa.

Salão do Turismo

Realizado pela primeira vez no Nordeste, em Fortaleza, o 10º Salão do Turismo reuniu representantes dos 26 estados e do Distrito Federal em uma programação voltada à promoção de destinos, experiências e negócios. Ao longo de três dias, o evento promoveu palestras, rodadas de negócios, apresentações culturais, espaços gastronômicos e exposições de artesanato, além de debates sobre inovação, sustentabilidade, conectividade aérea, turismo de base comunitária e estratégias para o setor. 

A edição também marcou o fortalecimento das políticas de incentivo ao turismo interno e da integração entre poder público, iniciativa privada e comunidades locais, reforçando o papel do turismo como motor de desenvolvimento econômico, geração de emprego e valorização da diversidade brasileira.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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