Mato Grosso

UTI Pediátrica de Rondonópolis ameaça fechar e internações serão suspensas nesta quinta

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Leitos da uti pediátrica da Santa Casa de Rondonópolis – Foto: Varlei Cordova/AGORAMT

A Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Pediátrica do Hospital Santa Casa de Misericórdia ameaça uma nova paralisação, em Rondonópolis (MT). Os médicos que prestam assistência ao Hospital comunicaram que encerrarão as atividades na unidade no dia 15 de julho de 2018. O motivo continua sendo o problema financeiro do filantrópico e as informações foram repassadas através de uma nota de esclarecimento da diretoria da Santa Casa.

Conforme informações, as internações na UTI Pediátrica serão interrompidas a partir das 18h dessa quinta-feira (5), como forma de evitar a necessidade de transferências de pacientes. No documento consta que o problema não é apenas referente a manutenção da UTI Pediátrica, mas em todo o Hospital, onde falta a regularidade no repasse dos valores referentes aos serviços prestados ao Sistema Único de Saúde (SUS), bem como reajuste na tabela de preços, além do ressarcimento do déficit acumulado desde dezembro de 2015.

Protesto em frente a Santa Casa pelo não fechamento da UTI neonatal - Foto: Varlei Cordova/AGORAMTProtesto em frente a Santa Casa pelo não fechamento da UTI neonatal – Foto: Varlei Cordova/AGORAMT

No ano passado, a população rondonopolitana se mobilizou através de manifestação, após uma paralisação que durou 21 dias na UTI Pediátrica. Mais de 200 pessoas se reuniram na praça em frente a Santa Casa para uma caminhada pedindo a volta da UTI que havia sido fechada por falta de recursos do governo do estado.

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SEGUE NOTA DE ESCLARECIMENTO 

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Fonte: Agora MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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