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Valente ADRF 6010 se destaca como solução estratégica para silagem em sistemas pecuários intensivos

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Produtores buscam alternativas eficientes para produção de silagem

Com o aumento dos custos de produção, a crescente demanda por volumosos de qualidade e os desafios climáticos enfrentados pela pecuária brasileira, produtores estão em busca de soluções mais seguras e rentáveis para a produção de silagem. Nesse contexto, o híbrido de milheto Valente ADRF 6010, da ATTO Sementes, surge como alternativa estratégica para sistemas intensificados de produção de leite e carne.

Desenvolvido para oferecer alto volume de massa verde, qualidade nutricional e flexibilidade operacional, o Valente atende às necessidades de produtores que buscam oferta de silagem com menor risco e maior previsibilidade.

Alta produtividade com menor custo por hectare

O Valente apresenta produtividade de 30 a 60 toneladas de massa verde por hectare, variando conforme época de plantio e manejo. Além do volume expressivo, o híbrido exige investimento até 30% menor que o milho, com melhor tolerância a estresse hídrico.

Essa combinação torna o Valente ideal para plantios de verão tardio e segunda safra, períodos em que o risco climático normalmente limita a produtividade de culturas mais exigentes em água.

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Qualidade nutricional comparável ao milho

No aspecto nutricional, o Valente possui NDT e carboidratos não fibrosos equivalentes ao milho, além de teor de proteína bruta superior ao milho e ao sorgo, garantindo silagem equilibrada e alto aproveitamento animal. Estudos técnicos indicam que o híbrido pode atingir 5,5 kg de matéria seca para cada 1 kg de ganho de peso.

Em comparação com o sorgo, o Valente se destaca pela maior digestibilidade e flexibilidade no corte. Frente ao capiaçu, oferece facilidade de manejo, compactação e conservação da silagem, além de perfil nutricional superior.

Flexibilidade de manejo e ampla janela de corte

Um diferencial importante do Valente é a ampla janela de colheita, que mantém a qualidade da forragem por mais tempo no campo. Isso proporciona ganho de tempo operacional, melhor planejamento da colheita e redução de perdas, especialmente em propriedades com grandes áreas ou estruturas compartilhadas.

Consórcios aumentam eficiência e aproveitamento da área

O híbrido permite consórcio com braquiárias e panicuns, possibilitando que o produtor realize em uma única operação tanto a produção de silagem quanto a formação da nova pastagem.

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Essa estratégia aumenta a eficiência operacional, reduz custos, acelera a reforma de pastagens e maximiza o uso do solo, representando uma alternativa inteligente para sistemas que buscam intensificação sustentável da produção.

Segurança exclusiva com o Programa PROTEGE

O Valente é a única forrageira do mercado com reposição garantida de sementes, por meio do Programa PROTEGE, da ATTO Sementes. O programa assegura proteção ao produtor em casos de falhas na implantação da lavoura, reforçando o compromisso da empresa com o sucesso e a segurança do sistema produtivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil crescem em maio, mas acumulado da safra segue em queda

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As exportações brasileiras de café registraram crescimento de 3,6% em maio de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano passado, sinalizando a entrada da nova safra no mercado. Apesar do avanço mensal, o desempenho acumulado da temporada 2025/26 ainda reflete uma oferta mais restrita, com queda nos embarques em relação ao ciclo anterior.

Dados divulgados pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) mostram que o país exportou 3,089 milhões de sacas de 60 quilos em maio. No entanto, a receita cambial gerada pelos embarques recuou 16% no período, totalizando US$ 1,05 bilhão.

Safra menor impacta desempenho acumulado

No acumulado dos 11 primeiros meses do ano-safra 2025/26, entre julho de 2025 e maio de 2026, o Brasil exportou 35,373 milhões de sacas de café, volume 17,7% inferior ao registrado no mesmo período da temporada anterior.

A receita obtida com as exportações alcançou US$ 13,612 bilhões, apresentando leve recuo de 0,7% na comparação anual.

Já entre janeiro e maio de 2026, os embarques somaram 14,745 milhões de sacas, queda de 12,4% frente às 16,825 milhões de sacas exportadas no mesmo período de 2025. As receitas geradas atingiram US$ 5,552 bilhões, redução de 14,6%.

Segundo o Cecafé, o comportamento do mercado está alinhado com o período de transição entre a entressafra e a entrada da nova produção brasileira.

Entrada dos cafés canéforas impulsiona embarques

O presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, destaca que a recuperação observada em maio está diretamente ligada à chegada dos primeiros volumes da safra 2026/27, especialmente dos cafés canéforas, grupo que engloba conilon e robusta.

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A expectativa é de que os embarques ganhem força nos próximos meses, acompanhando o avanço da colheita dos cafés arábica e o aumento da disponibilidade de produto.

O setor trabalha com perspectiva positiva para a nova temporada, impulsionada pelas boas condições climáticas registradas na maior parte das regiões produtoras e pelo potencial de uma safra volumosa e de qualidade.

Logística e cenário internacional seguem no radar

Apesar das perspectivas favoráveis para o aumento das exportações no segundo semestre, o setor acompanha fatores que podem limitar o desempenho dos embarques.

Entre os desafios apontados estão os gargalos logísticos nos portos brasileiros, as tensões geopolíticas internacionais e as incertezas relacionadas à política comercial dos Estados Unidos, um dos principais mercados consumidores de café.

Colheita avança, mas ritmo permanece abaixo da média

Levantamento da Safras & Mercado indica que a colheita da safra brasileira de café 2026/27 alcançou 30% da área até 10 de junho.

O avanço representa crescimento de sete pontos percentuais em relação à semana anterior, mas ainda permanece abaixo dos 35% registrados no mesmo período de 2025 e também inferior à média dos últimos cinco anos, de 33%.

Conilon apresenta maior avanço nos trabalhos

A colheita dos cafés canéforas segue mais adiantada, com 43% da produção já colhida.

Mesmo assim, o ritmo continua abaixo do observado no ano passado e da média histórica para o período, ambos em 49%.

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No Espírito Santo, principal produtor nacional de conilon, apenas 39% da safra havia sido colhida até o início de junho. Segundo analistas do mercado, o atraso está relacionado à maturação mais lenta das lavouras nesta temporada.

Chuvas atrasam colheita do café arábica

A colheita do café arábica também avança em ritmo mais lento. Os trabalhos alcançaram 23% da produção, abaixo dos 26% registrados em igual período de 2025 e da média de 25% observada nos últimos cinco anos.

As chuvas frequentes têm dificultado a operação das máquinas e o andamento dos trabalhos em importantes regiões produtoras, especialmente no Sul de Minas Gerais, maior polo de produção de café arábica do país.

Apesar do atraso, as avaliações iniciais da safra são positivas. Técnicos do mercado destacam bom potencial produtivo e qualidade satisfatória dos grãos, especialmente em relação à formação e ao padrão das peneiras, fator importante para a valorização do produto no mercado.

Perspectiva é de aumento da oferta no segundo semestre

Com o avanço da colheita e a expectativa de uma das maiores safras dos últimos anos, o setor projeta crescimento da disponibilidade de café ao longo do segundo semestre.

Caso as condições climáticas permaneçam favoráveis e a logística de exportação opere sem maiores restrições, o Brasil deverá ampliar sua presença no mercado internacional nos próximos meses, reforçando sua posição como maior exportador mundial de café.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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