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Valentine’s Day 2026 impulsiona setor de flores com celebração que se une ao Carnaval

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Celebração dupla: flores e confete em sintonia

O Valentine’s Day 2026, celebrado no dia 14 de fevereiro, promete movimentar o mercado de flores de forma especial neste ano. A data, que cai em pleno sábado de Carnaval, une duas celebrações marcadas por cores, emoções e simbolismo.

Produtores e comerciantes do Ceaflor (Centro de Abastecimento de Flores e Plantas Ornamentais) se preparam para uma verdadeira festa dupla, levando flores e alegria para todo o país. A expectativa é de aumento nas vendas e diversificação de produtos, combinando o romantismo da data com o espírito vibrante da folia.

Ressignificando o Valentine’s Day no Brasil

Diferente do Dia dos Namorados brasileiro, comemorado em 12 de junho e tradicionalmente voltado aos casais, o mercado de flores busca ampliar o significado do Valentine’s Day no país.

A proposta é alinhar o Brasil à visão global da celebração, que valoriza todas as formas de amor — não apenas o romântico. Assim, o 14 de fevereiro vem sendo promovido como uma oportunidade para expressar afeto, gratidão e amizade, por meio de gestos simples como presentear com flores e plantas.

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A campanha também incentiva o chamado “autoamor”, estimulando o consumo de flores para bem-estar pessoal e autocuidado.

Mercado aposta em flores com clima de folia

A coincidência com o Carnaval abre uma oportunidade única para o setor. Floriculturas e produtores estão criando arranjos personalizados que unem sofisticação e descontração, com misturas de cores vibrantes, brilhos e texturas tropicais, refletindo o clima festivo da época.

Segundo Antônio Carlos Rodrigues, presidente do Ceaflor, o momento marca uma mudança de percepção sobre a data no Brasil:

“O Valentine’s Day está deixando de ser uma ‘data importada’ para se tornar um momento de conexão humana. Em 2026, teremos a chance de levar o perfume das flores para o meio da folia, mostrando que carinho e amizade combinam com a alegria do Carnaval.”

Perspectivas otimistas para o setor

Com a coincidência entre as duas celebrações, a expectativa é que o movimento nas floriculturas cresça significativamente neste mês de fevereiro. A combinação entre o romantismo internacional e o espírito festivo brasileiro deve fortalecer as vendas e estimular o consumo de flores como presente universal, para todas as idades e tipos de relação.

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O setor aposta na criatividade e na emoção para transformar o Valentine’s Day em um novo marco no calendário nacional de flores, celebrando o amor em todas as suas formas — em pleno ritmo de Carnaval.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mato Grosso adia para 2035 o fim do uso de biomassa nativa e amplia metas de reflorestamento

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O Governo de Mato Grosso oficializou a prorrogação do prazo para a eliminação do uso de vegetação nativa como fonte de biomassa nas atividades industriais do estado. A mudança foi formalizada por meio de um novo Termo de Compromisso Ambiental (TCA), assinado em 10 de junho entre o Executivo estadual e o Ministério Público de Mato Grosso (MP-MT).

Pelas novas regras, as indústrias de grande consumo de biomassa, incluindo usinas de etanol de milho, terão até 2035 para concluir a substituição da matéria-prima oriunda de vegetação nativa por fontes provenientes de florestas plantadas ou de áreas autorizadas sob Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS), conforme previsto no Código Florestal Brasileiro.

Prazo é ampliado em relação ao acordo anterior

O novo entendimento modifica o cronograma estabelecido anteriormente em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em junho deste ano. Na versão inicial, o estado havia assumido o compromisso de encerrar o uso de biomassa nativa até 2034.

O acordo anterior previa uma redução gradual da participação da vegetação nativa na matriz de biomassa industrial, com limite de 50% em 2030, 40% em 2031, 30% em 2032 e 10% em 2033.

Com a atualização do compromisso, o cronograma foi flexibilizado. A única meta intermediária estabelecida determina que o uso de biomassa nativa seja reduzido para 40% em 2034, com a eliminação total prevista somente no ano seguinte.

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Governo estabelece metas para expansão florestal

Além da alteração no prazo, o governo estadual definiu novas metas para fortalecer a oferta de matéria-prima renovável destinada ao setor industrial.

Entre os objetivos previstos no termo estão:

  • Implantação de pelo menos 700 mil hectares de florestas plantadas até 2040;
  • Ampliação da área de manejo florestal sustentável para, no mínimo, 6,5 milhões de hectares até 2040;
  • Estímulo à produção de biomassa renovável para atender à crescente demanda da indústria mato-grossense.

A medida busca garantir segurança no abastecimento energético das indústrias e reduzir a pressão sobre os remanescentes de vegetação nativa.

Regras diferenciam indústrias existentes e novos projetos

O acordo estabelece tratamento distinto para empreendimentos já em operação e para novos investimentos.

As indústrias atualmente instaladas no estado seguirão o cronograma de transição definido no TCA. Já os empreendimentos em construção ou em fase de ampliação deverão apresentar planos demonstrando que utilizarão exclusivamente biomassa proveniente de florestas plantadas ou de manejo florestal sustentável.

A exigência pretende assegurar que os novos projetos industriais sejam compatíveis com a política estadual de transição para fontes renováveis de biomassa.

Governo terá prazo para regulamentar medidas

O termo também estabelece uma série de etapas para regulamentação das novas diretrizes.

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De acordo com o documento:

  • O governo estadual deverá publicar decreto regulamentador em até 30 dias;
  • A Secretaria de Estado de Agricultura terá prazo de 60 dias para editar norma complementar;
  • As empresas abrangidas pelas novas regras deverão ser oficialmente notificadas em até 90 dias.

O compromisso é resultado de um inquérito instaurado pelo Ministério Público de Mato Grosso em 2024 para avaliar o cumprimento da legislação ambiental relacionada ao uso de biomassa no estado.

Mato Grosso busca ampliar base de florestas plantadas

Atualmente, Mato Grosso possui menos de 200 mil hectares de florestas plantadas destinadas à produção de biomassa e madeira renovável.

Desse total, pouco mais de 100 mil hectares pertencem à FS, empresa que declara autossuficiência no fornecimento de matéria-prima proveniente de florestas cultivadas. A companhia também utiliza áreas de bambu, que representam pouco mais de 10% de sua base florestal.

A ampliação da área de reflorestamento é considerada estratégica para sustentar o crescimento da indústria de etanol de milho, da produção de energia renovável e de outros segmentos industriais que dependem intensivamente de biomassa em Mato Grosso.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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