Mato Grosso

Vigia Mais MT auxilia na recuperação de 3 motocicletas em menos de 24h

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Com auxílio do Vigia Mais MT, três motocicletas com queixa de roubo ou furto foram recuperadas pelas forças de segurança de Mato Grosso, nesta terça-feira (16.9). Duas motocicletas foram recuperadas em Cuiabá e outra em Confresa.

Por volta de 7h30, ao atravessar a ponte Mário Andreazza no sentido Várzea Grande/ Cuiabá, uma das motos foi identificada pelo sistema de monitoramento que emitiu alerta no Centro Integrado de Operação de Segurança Pública (Ciosp).

Uma equipe do 1º Batalhão da Polícia Militar foi acionada e localizou o veículo na região da Avenida Beira Rio, após o monitoramento indicar que seguia em sentido a região do Coxipó.

Na Avenida Palmiro Paes de Barros outra moto, que havia sido roubada em outubro de 2022, foi identificada pelo sistema de monitoramento. Um novo alerta foi emitido no Ciosp e com apoio de equipe do 9ª Batalhão da PM, o veículo foi recuperado.

Em Confresa (1.075 km de Cuiabá) uma motocicleta furtada foi identificada deixando a cidade e seguindo sentido a Porto Alegre do Norte, por volta de 14h30. Ao ser vistoriado, a equipe da Polícia Militar identificou que o veículo havia sido adulterado.

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Os condutores alegaram que compraram as motocicletas de terceiros, mas foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil, suspeitos de receptação.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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