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Visitas reforçam valorização dos jornalistas e divulgação do Troféu Parlamento

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Para incentivar e ampliar a participação dos profissionais da comunicação no 1º Prêmio ALMT de Jornalismo – Troféu Parlamento, a equipe da Secretaria de Comunicação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Secom-ALMT) realizou, nesta quinta-feira (13), mais uma rodada de visitas a veículos de imprensa da Capital. Desta vez, as redações do SBT Cuiabá, TV Centro América e os portais MidiaNews, MidiaJur e FolhaMax receberam a equipe.
A ação também já foi realizada em universidades de Cuiabá, reforçando o diálogo com estudantes de jornalismo.

Acompanhado do secretário adjunto José Marques, o secretário de Comunicação da ALMT, coronel Henrique Santos, destacou que a iniciativa cumpre um papel institucional importante, ao fortalecer a relação entre o Parlamento e a imprensa.

“Visitar as redações é uma forma de divulgar o prêmio e, ao mesmo tempo, conhecer as equipes que diariamente traduzem o trabalho legislativo para a população. Queremos estimular uma competição saudável e a produção de reportagens que mostrem como as leis aprovadas impactam a vida das pessoas”, afirmou.

Santos também ressaltou o papel da imprensa no controle social. “Muitas pessoas não sabem que têm direitos assegurados por lei. É o jornalista quem leva essa informação, quem faz essa ponte entre a sociedade e o Parlamento”, destacou o secretário, ao acrescentar que a premiação será realizada no dia 29 de janeiro de 2026, na Assembleia Legislativa, com um evento especial e presença de convidados nacionais.

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O secretário adjunto José Marques reforçou o tema desta primeira edição: “A Assembleia Legislativa na vida dos mato-grossenses”, alertou sobre a prorrogação do prazo para a inscrição que segue aberto até o próximo dia 24 e detalhou a premiação.

“Serão R$ 20 mil para o primeiro lugar, R$ 10 mil para o segundo e R$ 5 mil para o terceiro colocado em cada uma das cinco categorias. A inscrição é gratuita e voltada exclusivamente aos veículos de comunicação de Mato Grosso. É uma oportunidade de valorizar o trabalho desses profissionais”, ressaltou.

As visitas têm sido bem recebidas nas redações. No FolhaMax, o editor Welington Sabino avaliou positivamente a iniciativa, observando que a presença da equipe ajuda a manter o prêmio no radar dos jornalistas.

“A correria do dia a dia faz a gente esquecer prazos. Eu mesmo não lembrava que tinha sido prorrogado. É interessante porque incentiva a produção de reportagens mais investigativas e de maior qualidade”, afirmou.

No MidiaNews, o jornalista Giordano Tomaselli destacou o impacto da divulgação entre os colegas de redação. “É uma oportunidade de aprofundar temas importantes que, muitas vezes, passam despercebidos no cotidiano. A premiação motivou as equipes a buscar novos projetos e personagens. Também aproxima o Parlamento da categoria e ajuda a sociedade a compreender melhor o impacto das ações legislativas”, avaliou.

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“Um prêmio como esse da Assembleia Legislativa é sempre um incentivo para valorizar os jornalistas, e ao mesmo tempo, refletir e avaliar sobre a qualidade da produção dos profissionais. Por isso, foi importante a visita do secretário Henrique Santos”, afirmou Jonas da Silva, repórter e editor do MidiaNews.

Troféu Parlamento

O prêmio contempla exclusivamente conteúdos produzidos e veiculados em Mato Grosso, conforme estabelece o edital. O item 6.4 determina que as matérias devem ter sido publicadas entre 1º de janeiro e 24 de novembro de 2025, em língua portuguesa, por veículos sediados no estado. As categorias são: Texto, Áudio, Telejornalismo, Fotojornalismo e Universitário.

Fonte: ALMT – MT

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TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

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O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

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A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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