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Vittia registra forte geração de caixa e reforça portfólio com lançamentos estratégicos

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A Vittia, empresa brasileira de tecnologias para defesa e nutrição de culturas agrícolas, encerrou o primeiro semestre de 2025 com forte geração de caixa operacional, resultado de uma gestão financeira disciplinada e estratégia comercial consistente. No segundo trimestre (2T25), a receita líquida atingiu R$ 99,1 milhões, praticamente estável em relação ao mesmo período de 2024. No acumulado do semestre, a receita chegou a R$ 236,9 milhões, impulsionada pelo crescimento de 28,3% na linha de Fertilizantes de Solo, refletindo a maior demanda por reposição de micronutrientes.

Segundo a companhia, o desempenho demonstra a eficácia de sua estratégia de longo prazo, baseada em gestão responsável, verticalização operacional, inovação contínua e proximidade com clientes, mesmo diante de um cenário de pressão sobre preços de commodities, eventos climáticos extremos e instabilidade financeira setorial.

Solidez financeira e disciplina de custos

A Vittia manteve a disciplina na gestão de despesas, com redução de 0,6% nos custos com SG&A (vendas, gerais e administrativas) em relação ao 1S24. A geração de caixa operacional no 2T25 foi de R$ 115,2 milhões, aumento de 16,6%, enquanto a dívida líquida encerrou junho em R$ 115,2 milhões, com alavancagem de apenas 0,88x EBITDA ajustado — patamar considerado confortável para o setor.

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Durante o período, a empresa também remunerou acionistas com R$ 39,7 milhões, entre dividendos e recompra de ações, e investiu R$ 32,2 milhões em recompras e juros sobre capital próprio, fortalecendo o valor da companhia e reafirmando a confiança no crescimento futuro.

Verticalização operacional e proximidade com o campo

A operação verticalizada da Vittia é apontada como diferencial competitivo, garantindo eficiência operacional, diversificação de portfólio e melhor poder de negociação. Programas como BioVittia e Grão de Vittia, com campos demonstrativos e resultados cientificamente validados, comprovam ganhos em produtividade, qualidade e atributos ambientais, reforçando o compromisso da empresa com práticas agrícolas sustentáveis.

Inovação e sustentabilidade no portfólio

A área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&DI) recebeu R$ 13,3 milhões no semestre para desenvolvimento de novos produtos e tecnologias alinhadas à sustentabilidade. Entre os lançamentos, destacam-se os inseticidas biológicos META-TURBO MAX® e BOVÉRIA-TURBO WP®, que apresentam cepas exclusivas e ação inovadora, compatíveis com o Manejo Integrado de Pragas e outras ferramentas de manejo agrícola.

Além disso, a Vittia obteve três novos registros, duas novas recomendações de uso biológico e a renovação de Registro Especial Temporário (RET), ampliando sua oferta de soluções biológicas e reforçando o compromisso com o agronegócio brasileiro.

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Principais indicadores financeiros – 2T25 e 1S25 (R$ milhões)
  • Receita líquida Fertilizantes de Solo: 2T25: 49,1 | 1S25: 78,3
  • Receita líquida Fertilizantes Foliares e Produtos Industriais: 2T25: 26,3 | 1S25: 84,9
  • Receita líquida Soluções Biológicas e Naturais: 2T25: 23,6 | 1S25: 73,6
  • EBITDA ajustado: 2T25: -20,8 | 1S25: -13,9
  • Resultado líquido: 2T25: -21,1 | 1S25: -23,1
  • SG&A: queda de 0,6% vs. 1S24
  • Alavancagem: 0,88x EBITDA ajustado
  • Pagamento a acionistas (recompra + JCP): R$ 32,2 milhões
Perspectivas para o segundo semestre

Para o segundo semestre de 2025, a Vittia projeta retomada do ritmo de negócios e crescimento de receita, apoiada em portfólio diversificado, solidez financeira e proximidade com o cliente. O CEO Wilson Romanini destaca que a empresa está bem posicionada para capturar oportunidades de mercado, reforçando sua competitividade e sustentabilidade no agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançam US$ 5,8 bilhões e mantêm estado entre líderes nacionais

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As exportações do agronegócio de Minas Gerais somaram US$ 5,8 bilhões entre janeiro e abril de 2026, consolidando o estado entre os três maiores exportadores do setor no Brasil. No período, foram embarcadas 4,8 milhões de toneladas de produtos agropecuários para mais de 160 países.

Apesar da retração de 11,9% no valor exportado e de 9,3% no volume em comparação ao mesmo período de 2025, Minas Gerais respondeu por 10,6% das exportações do agronegócio brasileiro, mantendo posição de destaque no comércio exterior nacional.

Segundo análise da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a redução está concentrada em segmentos específicos de grande representatividade, especialmente café e complexo sucroalcooleiro, enquanto diversas outras cadeias produtivas apresentaram crescimento.

Diversificação fortalece desempenho do agro mineiro

De acordo com a assessora técnica da Seapa, Manoela Teixeira, o resultado evidencia o avanço da diversificação das exportações do estado.

Segmentos como carnes, sementes, algodão, papel, animais vivos, couros, frutas e bebidas registraram desempenho positivo, contribuindo para ampliar a presença de Minas Gerais em diferentes mercados internacionais.

O estado também mantém liderança em importantes cadeias exportadoras. No primeiro quadrimestre, Minas respondeu por:

  • 71% das exportações brasileiras de café;
  • 30,5% dos produtos apícolas;
  • 20,4% dos lácteos;
  • 12,8% das rações para animais;
  • 11,9% dos produtos hortícolas, leguminosas, raízes e tubérculos.

Ao todo, mais de 500 produtos diferentes foram comercializados no mercado internacional durante o período.

Café continua liderando exportações

O café permaneceu como principal produto da pauta exportadora mineira, gerando receita de US$ 3,2 bilhões.

Foram embarcadas aproximadamente 7,4 milhões de sacas ao exterior, porém o segmento registrou retração de 17,5% em valor e de 26% em volume na comparação com o primeiro quadrimestre do ano anterior.

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Mesmo com a queda, o produto continua sendo o principal responsável pelo desempenho do agronegócio estadual e pela forte presença mineira no comércio internacional.

Complexo soja mantém segunda posição

O complexo soja, formado por grãos, farelo e óleo, ocupou a segunda colocação entre os produtos mais exportados pelo estado.

As vendas externas totalizaram US$ 1,14 bilhão, com embarques de 2,71 milhões de toneladas.

Em relação ao mesmo período de 2025, houve redução de 2,8% na receita e de 8,9% no volume exportado.

Carnes lideram crescimento entre os principais setores

O grande destaque positivo do quadrimestre foi o segmento de carnes bovina, suína e de frango.

As exportações do setor alcançaram US$ 576,7 milhões e 160 mil toneladas, representando crescimento de 8,2% em valor e de 0,7% em volume.

A valorização da carne bovina no mercado internacional foi um dos principais fatores responsáveis pelo avanço da receita, reforçando a importância do segmento na pauta exportadora mineira.

Complexo sucroalcooleiro registra retração

As exportações do complexo sucroalcooleiro somaram US$ 268,7 milhões entre janeiro e abril.

O resultado representa queda de 22,9% na receita e recuo de 2,7% no volume embarcado em comparação ao mesmo período do ano passado.

A redução do valor médio da tonelada exportada foi um dos fatores que mais contribuíram para o desempenho negativo do setor.

União Europeia permanece principal destino

A União Europeia consolidou-se como o principal mercado para os produtos do agronegócio mineiro.

O bloco econômico importou US$ 1,7 bilhão em produtos do estado no primeiro quadrimestre, equivalente a 29,6% de toda a pauta exportadora do agro mineiro.

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Na comparação anual, houve queda moderada de 2,9% no valor e de 2,5% no volume embarcado.

O café continua dominando as vendas para o mercado europeu, representando 94,4% do valor exportado ao bloco.

Por outro lado, alguns segmentos vêm ampliando sua participação. Os produtos florestais registraram crescimento de 42,8% na receita, enquanto as exportações de carnes mais que dobraram, indicando oportunidades de diversificação e agregação de valor.

Mercosul amplia volume importado

Os países do Mercosul — Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia — adquiriram US$ 82 milhões em produtos do agronegócio mineiro no período.

Embora a receita tenha recuado 2,1%, o volume exportado cresceu 10,1%, refletindo ajustes nos preços médios dos produtos comercializados.

A Argentina respondeu por 63,2% das compras do bloco, seguida por Uruguai, Paraguai e Bolívia.

Diferentemente da União Europeia, a pauta exportadora para o Mercosul apresenta maior diversidade. O café representa 38,3% das vendas, seguido por cacau e derivados, carnes, produtos vegetais, hortaliças, tubérculos, produtos florestais e alimentos processados.

Essa característica amplia as oportunidades para a indústria agroalimentar mineira, especialmente em segmentos de maior valor agregado, como bebidas, chocolates, lácteos e cafés especiais.

Perspectiva

Mesmo diante da retração observada no primeiro quadrimestre, Minas Gerais mantém posição estratégica no comércio exterior do agronegócio brasileiro. A força do café, o avanço das exportações de carnes e a crescente diversificação da pauta exportadora reforçam a competitividade do estado e ampliam as oportunidades de crescimento em mercados internacionais cada vez mais exigentes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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