Política Nacional

Wellington Fagundes ressalta papel da imprensa no Dia do Jornalista

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (7), o senador Wellington Fagundes (PL-MT) destacou o Dia do Jornalista e sublinhou o papel da imprensa para o funcionamento da democracia, além de ressaltar o papel do jornalismo na difusão de informações de interesse público. Para o senador, em um cenário de grande circulação de informações e conteúdos, o trabalho jornalístico contribui para ampliar o acesso da população à informação de qualidade.

— Num tempo de ruído, velocidade e desinformação, o jornalista e o jornalismo sério são quem separam o que é verdade do que é versão; são quem não se curvam à conveniência; quem não se rendem ao interesse; quem mantêm a coragem de perguntar, de investigar e, acima de tudo, de esclarecer, porque, sem imprensa livre, não existe democracia forte — afirmou.

Wellington Fagundes também ressaltou que a liberdade de imprensa deve ser preservada e reconheceu a atuação dos profissionais que exercem a atividade. Segundo ele, o acesso à informação é elemento central para o exercício da cidadania e para a tomada de decisões pela sociedade.

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— Quem tem compromisso com a verdade não teme a transparência. Jornalismo forte é sinônimo de povo bem informado, e povo bem informado decide sempre pelo melhor. O Brasil precisa de mais luz, não de mais sombra, e essa luz passa necessariamente pelo trabalho sério da imprensa — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

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Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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