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Workshop em Araraquara debate manejo da leprose dos citros e pragas de difícil controle

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A cidade de Araraquara recebe nesta quinta-feira (16) a quarta edição do Workshop sobre Pragas de Difícil Controle, com foco no manejo da leprose dos citros — uma das principais ameaças fitossanitárias da citricultura brasileira.

O encontro é coordenado pelo professor Pedro Yamamoto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, e deve reunir cerca de 400 participantes, entre citricultores, pesquisadores, consultores e profissionais técnicos do setor.

Manejo do ácaro vetor da leprose é destaque do evento

O principal tema do workshop será o controle do ácaro Brevipalpus yothersi, vetor da leprose dos citros. A doença segue entre os maiores desafios enfrentados pelos produtores, impactando diretamente a produtividade e a qualidade dos pomares.

O debate técnico abordará estratégias de manejo integrado e soluções para enfrentar infestações, especialmente em cenários de maior pressão da praga.

Empresa apresenta soluções para controle de ácaros

A Sipcam Nichino Brasil, patrocinadora do evento, participará com a apresentação de informações técnicas sobre o acaricida Fujimite® 50 SC.

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Segundo o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, coordenador de marketing da empresa, o produto tem sido amplamente utilizado no controle do ácaro da leprose, com resultados consistentes ao longo dos anos.

Acaricida se destaca por eficiência e ação prolongada

De acordo com Palazim, o Fujimite® 50 SC apresenta elevado desempenho no controle de ácaros, atuando tanto em fases jovens quanto adultas. A recomendação é que as aplicações sejam iniciadas logo no início das infestações, para maior eficiência.

O produto atua por contato e ingestão, sendo compatível com o manejo integrado de pragas (MIP), prática que contribui para a preservação de inimigos naturais e insetos benéficos.

Outro diferencial destacado é a forte ação ovicida, que reduz o surgimento de novas populações do ácaro nos pomares, além de proporcionar períodos prolongados de controle.

Produto atende exigências internacionais e boas práticas agrícolas

O acaricida também se destaca por atender padrões internacionais de sustentabilidade e segurança. Foi classificado pela Environmental Protection Agency como uma ferramenta de baixo impacto para polinizadores.

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Além disso, possui certificação de Limite Máximo de Resíduo Permitido (LMRP) em países importadores de suco de laranja brasileiro e está listado pelo Fundo de Defesa da Citricultura na plataforma ProteCitrus, que reúne defensivos recomendados para a citricultura.

Evento reforça importância da atualização técnica no campo

O workshop consolida-se como um espaço relevante para a troca de conhecimento e atualização técnica sobre pragas de difícil controle. A iniciativa reforça a importância do uso de tecnologias e boas práticas no manejo fitossanitário, contribuindo para a sustentabilidade e competitividade da citricultura nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Novas regras para a pesca do pargo

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que foram definidas as regras para o uso sustentável e a recuperação dos estoques da espécie pargo (Lutjanus purpureus). O normativo está na Portaria Interministerial MPA/MMA nº 66, de 27 de julho de 2026.

Entre as medidas previstas, a portaria estabelece que a captura do pargo poderá ser realizada somente por embarcações devidamente autorizadas para essa modalidade de pesca. Também foi definido o período de defeso entre 15 de dezembro e 30 de abril de cada ano, quando a captura da espécie permanece proibida para favorecer seu ciclo reprodutivo.

A portaria fixa o limite anual de captura em 2.750 toneladas. O acompanhamento desse volume será realizado por meio dos sistemas oficiais de monitoramento, com base nas informações declaradas pelas embarcações autorizadas e demais mecanismos de controle previstos na regulamentação.

As medidas integram o conjunto de instrumentos de gestão compartilhada dos recursos pesqueiros e buscam assegurar a manutenção dos estoques da espécie, contribuindo para a continuidade da atividade pesqueira de forma sustentável e em conformidade com a legislação vigente.

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Acesse aqui a Portaria Interministerial MPA/MMA nº 66, de 27 de julho de 2026.

Matheus Silveira
Ministério da Pesca e Aquicultura 
[email protected] 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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