Saúde

Zé Gotinha conquista o prêmio iBest pelo terceiro ano consecutivo

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Símbolo da vacinação no Brasil, o Zé Gotinha venceu, mais uma vez, o Prêmio iBest na categoria Brand Persona – Voto Popular, consolidando sua força e conexão com os brasileiros também no ambiente digital. Esta é a terceira vitória consecutiva do personagem, após os títulos recebidos em 2024 e 2025. O prêmio foi concedido nesta terça-feira (24), em São Paulo, e reconhece os principais protagonistas do universo digital no país.

O resultado foi definido em uma votação popular exclusiva entre os três finalistas da categoria. A cerimônia é considerada o maior encontro nacional de influenciadores, criadores de conteúdo e canais digitais.

Criado para representar a defesa da vida por meio da vacinação, o Zé Gotinha segue ampliando sua presença nas redes sociais e nas campanhas do Ministério da Saúde, fortalecendo o diálogo com a população e incentivando a adesão às vacinas.

O reconhecimento reforça o papel do personagem como um dos principais ativos de comunicação pública do país, capaz de atravessar gerações e se manter atual, relevante e próximo do público.

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Um símbolo que atravessa gerações

Criado em 1986 pelo artista plástico Darlan Rosa, o Zé Gotinha nasceu como parte das campanhas contra poliomielite e rapidamente se tornou um dos maiores símbolos da saúde pública no Brasil.

Com uma linguagem simples, carismática e acessível, o personagem conquistou crianças, famílias e profissionais de saúde, tornando-se um aliado fundamental na promoção da vacinação.

Hoje, além de sua presença histórica nas campanhas, o Zé Gotinha também ocupa espaço no ambiente digital, ampliando o alcance das ações do Ministério da Saúde e reforçando a importância da imunização para toda a população.

O maior prêmio do universo digital brasileiro

Desde 1996, o Prêmio iBest reconhece os maiores protagonistas do universo digital no Brasil. Relançado em 2020, o prêmio voltou a se consolidar como o maior do país, reunindo cerca de 31 milhões de participantes únicos em 2024 e mais de 30 milhões apenas no primeiro semestre de 2025.

Mais do que uma premiação, o iBest é uma celebração da criatividade, inovação e influência online. Em 2025, foram 119 categorias, com participação ativa do público em todas as etapas.

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Ser reconhecido como Top 20, Top 10, Top 3 ou vencedor representa uma chancela nacional de relevância e impacto. O selo iBest é hoje um dos principais indicadores de prestígio no ambiente digital brasileiro.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Ministério da Saúde participa de fórum internacional que debate produção de medicamentos e tecnologias na América Latina

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Garantir que medicamentos, vacinas e tecnologias de saúde estejam disponíveis de forma segura, sustentável e a preços acessíveis é um dos principais desafios para os sistemas de saúde da América Latina e do Caribe. Para discutir alternativas para ampliar a produção e o acesso a esses produtos, o Ministério da Saúde, em conjunto com representantes de governos, organismos internacionais, indústria, instituições de pesquisa, agências reguladoras, financiadores e sociedade civil se reuniram em Brasília no Fórum de Engajamento da Indústria (Industry Engagement Forum – IEF), realizado nos dias 20 e 21 de agosto.

Durante a abertura, a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, falou sobre a estratégia brasileira de apoio à produção e à tecnologia. “Temos políticas consolidadas de apoio à produção. Acreditamos que isso é uma condição necessária, mas também precisamos desenvolver competências para inovar, impulsionar a produção tecnológica local e fomentar a geração de conhecimento”, destacou De Negri.

O fórum foi planejado em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo, a United States Pharmacopeia (USP) e a Unitaid, organização internacional sediada na Organização Mundial da Saúde, que financia iniciativas voltadas à inovação e ampliação do acesso a produtos de saúde em países de baixa e média renda.

O diretor de Gestão e Programas da Unitaid, Robert Matiru, destacou a atuação da organização para apoiar o desenvolvimento das capacidades industriais, regulatórias e de compras. Segundo ele, entre os desafios estão a regulação, a definição da demanda, as compras antecipadas, o capital de giro e a fragmentação dos mercados.

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“É preciso enfrentar esses gargalos. O fórum busca identificar esses obstáculos e ajuda a definir em quais áreas os investimentos da Unitaid podem contribuir, especialmente em situações que governos e empresas não conseguem enfrentar sozinhos”, ressaltou.

Produção, inovação e acesso

Ao longo de dois dias de evento, os participantes acompanharam painéis organizados em oito eixos. As discussões trataram de produção, acesso, desenvolvimento de mercados, políticas públicas, regulação e desafios enfrentados pelos países da América Latina e do Caribe. O objetivo é que a integração contribua para ampliar mercados, dê maior previsibilidade às compras e permita o compartilhamento de capacidades produtivas e tecnológicas.

Também foi discutido o papel do Estado no desenvolvimento da produção e na garantia do acesso, além da importância de regras de propriedade intelectual e de políticas que estimulem a participação do setor produtivo.  Para o diretor do Departamento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde da SCTIE/MS, Igor Bueno, três fatores são necessários para ampliar a capacidade de inovação e produção: infraestrutura, condições econômicas e formação de profissionais.

“No Brasil, investimentos do Novo PAC Saúde e o fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde buscam ampliar a capacidade de produção de vacinas, medicamentos, diagnósticos e dispositivos médicos. A estratégia também inclui o fortalecimento da pesquisa e da formação de profissionais”, afirmou.

Segundo o diretor, a cooperação entre os países pode permitir o compartilhamento de estruturas, conhecimentos e capacidades, evitando a duplicação de esforços. Ele também citou iniciativas brasileiras, como as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), o Programa Nacional de Pesquisa Clínica (PPClin), o Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL) e as encomendas tecnológicas, que aproximam o poder público de empresas, universidades e instituições de pesquisa.

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“A ideia é dar previsibilidade aos investimentos, tratar as demandas de longo prazo com segurança, ao mesmo tempo, em que são desenvolvidas soluções de acordo com as necessidades da população”, exemplificou. 

As iniciativas brasileiras também foram destacadas pelo representante da Associação Latino-Americana de Indústrias Farmacêuticas (Alifar), Walker Lahmann. “Por meio da Nova Indústria Brasil, o Ministério da Saúde estimula investimentos, parcerias e inovação, contribuindo para ampliar a capacidade produtiva nacional e a oferta de tecnologias de saúde”, ressaltou Walker.

Coalizão Global

A Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo atua em conjunto com o Fórum de Engajamento da Indústria (Industry Engagement Forum – IEF) na organização de encontros estratégicos, a exemplo do fórum realizado em Brasília. Criada no contexto da presidência brasileira do G20, a Coalizão Global foi formalizada com a assinatura da Carta de Genebra, em maio de 2025. O Brasil participa por meio do Ministério da Saúde que, atualmente, está na presidência da Coalizão e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que ocupa o a secretaria executiva.

“A Coalizão Global tem atuado para aproximar diferentes atores e unir esforços na busca de soluções para desafios comuns aos países latino-americanos. Essa articulação entre governos, indústria, organismos internacionais e sociedade civil contribui para discutir caminhos para a produção, a inovação e o acesso a produtos e tecnologias de saúde”, ressaltou a secretária-executiva adjunta da Coalizão, Priscila Ferraz.

Janine Russczyk
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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