Política Nacional

Zenaide comemora aprovação de fisioterapia no pós-mastectomia

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (28), a senadora Zenaide Maia (PSD-RN) comemorou a aprovação do Projeto de Lei 3.436/2021, que garante assistência fisioterapêutica a pacientes submetidas à cirurgia de mastectomia.

A parlamentar ressaltou que o texto aprovado garante o acompanhamento tanto no Sistema Único de Saúde (SUS) quanto no serviço privado de saúde.

— Isso é uma pauta edificante, que vai dar esse direito às mulheres que são atendidas no SUS ou no sistema particular, por planos de saúde — disse.

Zenaide afirmou que o projeto reconhece a importância da fisioterapia no processo de recuperação, com ações voltadas à reabilitação imediata. Ela enfatizou que a atuação de uma equipe profissional é fundamental para evitar complicações no período posterior à cirurgia.

— A gente sabe que, para o sucesso de uma cirurgia, de um tratamento, você tem que cuidar do pré-operatório. Mas o pós-operatório também é muito importante — declarou.

O projeto, que já havia sido aprovado na Câmara, foi aprovado pelo Senado nesta terça-feira. O texto segue para a sanção da Presidência da República.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Plenário aprova educação financeira nas escolas; texto volta à Câmara

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) a inclusão da educação financeira como tema transversal nos ensinos fundamental e médio. O PL 2.979/2023, aprovado na forma de texto alternativo da senadora Teresa Leitão (PT-PE), tem como objetivo garantir que os estudantes aprendam a lidar com o dinheiro de forma consciente desde cedo, para prevenir o endividamento futuro.

O projeto foi apresentado pela deputada Any Ortiz (PP-RS). Como foi modificado pelos senadores, o texto retorna ao exame da Câmara dos Deputados.

A proposição estabelece que a educação financeira será ensinada de forma transversal: os professores vão encaixar conceitos de finanças nas disciplinas que já existem, como matemática, história e geografia. Cada escola terá autonomia para incluir o tema em seu projeto pedagógico de acordo com a sua realidade local, evitando a sobrecarga dos alunos.

“Cabe (…) compreender a realidade conjuntural e fática com repercussões importantes na vida política e social do nosso país, que pode ensejar uma ação focalizada, legislativa e no âmbito das políticas educacionais, de modo a incorporar, simbólica e afirmativamente, temas que se harmonizam ao necessário desenvolvimento integral do educando”, afirmou Teresa Leitão na justificativa de seu relatório.

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A educação financeira faz parte das orientações da Base Nacional Comum Curricular desde 2017, mas o projeto insere a regra diretamente na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, tornando a aplicação mais estruturada e obrigatória por lei.

O substitutivo (texto alternativo) de Teresa Leitão foi aprovado previamente na Comissão de Educação (CE). A relatora ampliou o texto original para incluir também a promoção da educação fiscal, previdenciária e securitária por parte do poder público. Com isso, os alunos também vão aprender sobre a importância dos impostos para o financiamento de serviços públicos, além de entender o funcionamento da previdência social e dos seguros.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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