Política Nacional

Zequinha alerta para a violência em Belém às vésperas da COP 30

Publicado

Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (28), o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) afirmou que Belém vive uma crise social marcada pelo aumento da violência e pela precarização das políticas públicas. O parlamentar argumentou que o centro da cidade está tomado por barracas improvisadas e que a Praça Dom Pedro II se tornou uma “cracolândia”.

Zequinha também citou episódios como o ataque a uma viatura policial em Ananindeua (PA) e o assassinato de um menino de seis anos, cujo corpo foi encontrado dentro da mala de um carro. O senador disse que a situação exige resposta imediata, principalmente diante da proximidade da COP 30, que será realizada na capital paraense no mês de novembro.

— Estamos às vésperas da COP 30. Como podemos receber o mundo enquanto negligenciamos os nossos? A violência tem se manifestado de forma brutal. Na madrugada de ontem [27], uma viatura da Polícia Militar foi alvo de mais de 40 disparos em Ananindeua por criminosos encapuzados. Esses episódios não são casos isolados, são sintomas de um colapso social que exige ação imediata, integrada e humanizada. É preciso restaurar a dignidade, fortalecer os serviços públicos, garantir segurança e, acima de tudo, proteger crianças e famílias na cidade de Belém — disse.

Leia mais:  Estudos trazem novos dados sobre violência de gênero na política

O senador criticou ainda a extinção do programa Bora Belém, que, segundo ele, atendia cerca de 80 mil pessoas em situação de extrema pobreza. Ele também citou o fechamento de equipamentos de assistência social, como restaurante popular e consultórios de rua.

— Em vez de buscar resolver o problema, a atual gestão piora as condições sociais da população. Estamos gastando bilhões de reais em tanta coisa para fazer uma festa de 15 dias, que lamentavelmente não vai trazer absolutamente nada a mais ao povo paraense — declarou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Comentários Facebook
publicidade

Política Nacional

Dra. Eudócia defende piso nacional para médicos e dentistas

Publicado

Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (28), a senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL) defendeu a valorização dos profissionais de saúde e manifestou apoio à proposta de emenda à Constituição (PEC 2/2026) e ao projeto de lei (PL 1.365/2022) que tratam da criação do piso salarial nacional para médicos e cirurgiões-dentistas. Segundo a parlamentar, as iniciativas buscam corrigir distorções históricas e garantir dignidade remuneratória à categoria.

De acordo com a senadora, a PEC estabelece o direito ao piso em nível constitucional, enquanto o projeto de lei define parâmetros objetivos de remuneração e prevê reajustes anuais, além de melhorias nas condições de trabalho. Ela destacou que a valorização profissional é condição essencial para o funcionamento adequado do sistema de saúde.

— Não há sistema de saúde forte sem profissionais valorizados; não há política pública eficaz quando aqueles que estão na linha de frente enfrentam jornadas exaustivas, remuneração desigual e, muitas vezes, ausência de reconhecimento institucional — afirmou.

Leia mais:  CEsp vota reserva de assentos para autistas em arenas esportivas

A senadora também ressaltou a realidade enfrentada por profissionais em Alagoas e defendeu que a criação do piso contribui para reduzir desigualdades regionais e melhorar o atendimento à população.

— A instituição de um piso salarial nacional não é privilégio, é reconhecimento. Ao valorizar esses profissionais, fortalecemos o Sistema Único de Saúde e garantimos um atendimento mais digno, humano e resolutivo à população — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana