Política Nacional

Zequinha lamenta morte do pastor Firmino da Anunciação Gouveia

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O senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) lamentou a morte do pastor Firmino da Anunciação Gouveia, um dos principais líderes da Igreja Assembleia de Deus no país. Em discurso no Plenário na terça-feira (12), Zequinha considerou Firmino “um homem de Deus, de vida ilibada, abnegado, amoroso e que lutou até quando suas condições físicas permitiram”. 

O pastor, que tinha 100 anos, morreu em 5 de agosto, em decorrência de insuficiência respiratória causada pela falência progressiva dos órgãos, após 15 dias de internação. O velório aconteceu na sede da Assembleia de Deus em Belém, no templo central onde Firmino exerceu grande parte da atuação como pastor.

— Firmino Gouveia deixou uma grande família, muitos filhos, netos, bisnetos e um grande legado por meio da igreja evangélica Assembleia de Deus, que presidiu em Belém por quase 30 anos. Ele foi um verdadeiro pastor — declarou o Zequinha Marinho. 

Nascido em 21 de março de 1925, na cidade de Covilhã, comarca de Coimbra, em Portugal, ainda criança mudou-se com os pais para Belém do Pará. Na juventude, tornou-se pregador, evangelista e pastor. Firmino assumiu a presidência da Convenção das Assembleias de Deus no Estado do Pará e foi também um dos vice-presidentes da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil. 

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Ao ressaltar o legado do líder religioso, Zequinha considerou o pastor uma referência espiritual, como pessoa, cristão e pregador da palavra de Deus. 

—  Firmino foi uma referência para todos nós pastores, evangelistas, obreiros, mas, acima de tudo, uma referência como cristão — finalizou o senador. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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