Tribunal de Justiça de MT

Estudantes do Univag conhecem o Tribunal de Justiça por meio do Projeto Nosso Judiciário

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“Toda essa visitação é uma grande oportunidade para todos nós os alunos, porque permite chegarmos mais próximo, de termos uma vivência de como é um plenário, de como tudo acontece”, afirma Pâmela da Costa Monteiro, estudante do 7º semestre do curso de Direito que visitou o Tribunal de Justiça nessa terça-feira, 16 de abril, por meio do programa Nosso Judiciário.
 
Durante a visita pela casa da Justiça, alunos do segundo ao décimo semestre da Universidade de Várzea Grande, Univag, visitaram a 4ª Câmara de Direito Criminal, conheceram o prédio do Tribunal de Justiça e finalizaram a visita com uma palestra do juiz Hildebrando da Costa Marques no Espaço Memória e a distribuição dos Glossários Jurídicos aos acadêmicos.
 
Pâmela foi escolhida pra receber seu Glossário diretamente das mãos do magistrado e conta que a fala do juiz foi um grande incentivo a ela e aos colegas. “É gratificante ouvir a fala do magistrado, porque isso inspira cada vez mais a gente a poder correr atrás dos nossos sonhos e querer estar naquele local”, disse.
 
“Vou tentar me lembrar do rosto de cada um aqui”, prometeu Hildebrando em sua fala aos alunos. O magistrado soma mais de 30 anos no direito e aconselha os alunos a continuarem sempre aprendendo e aperfeiçoando seus conhecimentos, ele deixa um conselho: “Na sua carreira, que já começou, porque a carreira começa na faculdade, jamais deixem de fazer as coisas com lisura, com honestidade, com disciplina e muito estudo para ter base e serem profissionais que conhecem o que estão fazendo, é muito importante que isso comece na faculdade.”
 
O presidente do Centro Acadêmico 15 de maio, Hildebrando da Costa Marques Filho é filho do juiz Hildebrando que coincidentemente palestrou na ocasião, e acompanhou a turma de alunos. Ele elogiou a iniciativa do Tribunal e destacou a importância do projeto para os universitários, “o programa Nosso Judiciário é um programa que aproxima a sociedade do poder judiciário e essa experiência contribui não somente com a matéria em si, com o conhecimento jurídico dos estudantes, mas principalmente para a experiência e para o futuro profissional de cada um de nós.”.
 
O Projeto Nosso Judiciário tem como objetivo aproximar os cidadãos do Estado do poder público, tornando possível que conheçam o dia a dia do judiciário e saibam mais sobre o funcionamento da justiça em Mato Grosso. Além de estudantes do colegial, o programa também visa promover essa ação com os alunos universitários de Direito.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem. Imagem 1: foto colorida. Em primeiro plano, uma mesa de madeira com os Glossários Jurídicos em cima. Em segundo plano, desfocado, alunos da Universidade de Várzea Grande no Espaço Memória assistem a palestra do juiz Hildebrando da Costa Marques. Imagem 2. Foto colorida. A aluna Pâmela da Costa Monteiro e juiz Hildebrando da Costa Marques lado a lado sorriem para a foto, ela segura um glossário jurídico. Pâmela é uma mulher negra de cabelos cacheados e escuros, ela veste uma blusa laranja e calça azul. Hildebrando é um homem branco de cabelos brancos, ele usa óculos e veste terno, calça e gravata pretos e camisa branca. Imagem 3: foto colorida. Hildebrando da Costa Marques Filho, presidente do Centro Acadêmico 15 de maio. Em frente a seu peito, o microfone com o emblema da Tv Jus. Ele é um homem branco de cabelos escuros e veste camisa branca e terno preto.
 
 
Anna Giullia Magro/ Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Plano deve pagar congelamento de óvulos para evitar infertilidade

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Plano de saúde deverá custear congelamento de óvulos para evitar infertilidade causada por tratamento médico, mas não pagará despesas futuras.

  • A decisão diferenciou prevenção de infertilidade de reprodução assistida.

Uma operadora de plano de saúde deverá custear parte do procedimento de congelamento de óvulos de uma paciente diagnosticada com endometriose profunda, diante do risco de infertilidade decorrente de tratamento cirúrgico. A decisão, porém, limitou a cobertura apenas às etapas iniciais do procedimento, excluindo despesas futuras.

O caso foi analisado pela Quarta Câmara de Direito Privado, sob relatoria do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho. A paciente relatou que precisava passar por cirurgia para tratar a doença e que, por orientação médica, deveria realizar a criopreservação de óvulos como forma de preservar a fertilidade.

A operadora negou o custeio sob o argumento de que o procedimento estaria relacionado à reprodução assistida, o que não é de cobertura obrigatória. No entanto, ao julgar o recurso, o relator destacou que a situação não se confunde com fertilização in vitro, mas sim com uma medida preventiva para evitar um dano decorrente do próprio tratamento de saúde.

Segundo o entendimento adotado, quando o plano cobre a doença, também deve arcar com medidas necessárias para evitar efeitos colaterais previsíveis, como a infertilidade. O magistrado ressaltou que a criopreservação, nesse contexto, tem caráter preventivo e está ligada diretamente ao tratamento médico indicado.

Por outro lado, a decisão estabeleceu limites para essa obrigação. Ficou definido que a operadora deve custear apenas as fases iniciais do procedimento, como a estimulação ovariana, a coleta e o congelamento dos óvulos.

Já os custos posteriores, como taxas de armazenamento do material genético e eventual utilização futura em fertilização assistida, não deverão ser arcados pelo plano, por se tratarem de medidas relacionadas ao planejamento familiar.

Processo nº 1004443-86.2026.8.11.0000

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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