Tribunal de Justiça de MT

Tribunal de Justiça organiza campanha de arrecadação de doações para o Rio Grande do Sul

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso está arrecadando itens alimentícios e de uso pessoal para serem doados à população afetada pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Pessoas interessadas em colaborar podem levar suas doações a quatro pontos do Poder Judiciário em Cuiabá e Várzea Grande.
 
Água potável, alimentos não perecíveis, cobertores, material de higiene pessoal e limpeza, roupas, calçados e itens de cama, mesa e banho estão sendo arrecadados. Os pontos de coleta são: Tribunal de Justiça (ambulatório e Divisão de Qualidade de Vida, no anexo), Fórum de Cuiabá (ambulatório), Complexo dos Juizados Especiais de Cuiabá, todos localizados no Centro Político Administrativo, e o Fórum de Várzea Grande (infraestrutura), no bairro Chapéu do Sol.
 
“Todo o Poder Judiciário brasileiro está se unindo para ajudar nossos irmãos do Rio Grande do Sul. O Poder Judiciário de Mato Grosso tem que fazer a sua parte também, estamos irmanados nessa corrente de colaboração e apoio a quem mais precisa neste momento”, pontuou a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva.
 
“O Tribunal de Justiça não poderia ficar de fora dessa iniciativa, não poderia ser diferente o Tribunal de Justiça ter essa responsabilidade social, de fazer algo, oferecer aos servidores, usuários e às pessoas que frequentam nossos prédios essa possibilidade de trazer sua contribuição. O Poder Judiciário está se movimentando para ajudar essas famílias que estão precisando tanto, com tão pouco que fazemos, eles recebem muito. Pretendemos agir com o nosso coração”, afirma a coordenadora de Gestão de Pessoas do TJMT, Karine Giacomeli.
 
As doações podem ser feitas até quinta-feira (9 de maio), às 19h, pois na manhã de sexta a equipe levará os itens arrecadados para a sede de uma companhia aérea no Aeroporto Marechal Rondon, onde serão enviados ao estado gaúcho.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: arte gráfica digital vertical da campanha. Ao fundo as cores verde, amarelo e vermelho, da bandeira do Rio Grande do Sul, à direita dois braços dados em preto e branco. Acompanha a arte o texto “agir salva vidas – campanha emergencial em apoio às famílias do Rio Grande do Sul – arrecadação até 09 de maio, postos de coleta TJMT ambulatório e divisão de qualidade de vida, Fórum Cuiabá ambulatório, Fórum Várzea Grande infraestrutura, Complexo Juizados Especiais Cuiabá restaurante térreo. O que doar? Água potável, alimentos não perecíveis, cobertores, material higiene pessoal e limpeza, roupas, roupas de cama e mesa, calçados. Assinam a peça os logos da Coordenadoria de Gestão de Pessoas e do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Dislexia e TDAH: leitura pode se tornar um desafio e exige olhar inclusivo do poder público

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A dificuldade para ler e compreender textos, que para muitos passa despercebida, pode ser um obstáculo significativo para pessoas com dislexia e TDAH. O tema foi abordado no podcast Prosa Legal, da Rádio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em entrevista com a psicóloga do Departamento de Saúde, Gisele Ramos de Castilho Teixeira. Durante a conversa, ela destacou os desafios enfrentados por esse público e reforçou o papel do setor público na construção de uma comunicação mais inclusiva.

Logo no início da entrevista, a psicóloga explicou que a leitura pode gerar cansaço e dificultar a compreensão. “A principal dificuldade é a fadiga e a impulsividade. Quando a pessoa com dislexia lê, muitas vezes ela tenta adivinhar o que está lendo. Ela tem dificuldade de decodificar a letra, troca ‘p’ por ‘b’, por exemplo. Isso traz muitas consequências cognitivas, tanto para a criança quanto para o adulto”, afirmou.

Papel do setor público

Ao falar sobre inclusão, Gisele Teixeira foi direta em destacar a responsabilidade das instituições públicas. Para ela, é o setor público quem deve criar políticas que garantam o acesso e o pertencimento dessas pessoas na sociedade.

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“Quem faz as políticas é o setor público. Então, é preciso ter esse olhar afetivo, esse olhar diferenciado. É isso que vai fazer com que a pessoa com alguma deficiência consiga se incluir, consiga, por exemplo, pesquisar um processo no site do Tribunal de Justiça”, disse.

A psicóloga ressaltou que essas ações são fundamentais para que essas pessoas se sintam parte da sociedade e tenham seus direitos garantidos, especialmente no acesso à informação.

Acesso e ferramentas

Durante a entrevista na Rádio TJMT, também foi destacada a importância de pensar em formas de facilitar o acesso à leitura e à informação. Segundo ela, pessoas com dislexia e TDAH podem perder o foco com textos longos e ter dificuldade de manter a atenção.

“O TDAH é a questão da atenção. Muitas vezes, a pessoa começa a ler um texto grande e perde o foco. Já na dislexia, ela não consegue ver a palavra como quem não tem essa dificuldade vê. Ela começa a trocar letras, a adivinhar”, explicou.

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Orientação e busca por ajuda

Ao final da conversa, Gisele orientou que o primeiro passo é se conhecer e buscar ajuda especializada. Ela destacou a importância de dividir a leitura em partes menores e respeitar os próprios limites.

“Se a pessoa pega um texto muito grande, muitas vezes ela não tem foco. Então, é importante trabalhar por partes e se conhecer no dia a dia. E, principalmente, aceitar essa condição para buscar ajuda”, orientou.

A psicóloga também lembrou que esse apoio pode envolver diferentes profissionais. “É uma busca com fonoaudiólogo, com psicopedagogo, com terapia. Muitas vezes até com medicamentos. Essa rede de apoio é importante para cada um desses casos”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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