Policia Federal

PF faz operação contra grupo que fraudou INSS no Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense

Publicado

Rio de Janeiro/RJ. Na manhã desta quinta-feira, 23/5, a Polícia Federal, com apoio do Núcleo Estadual de Inteligência do Ministério da Previdência Social, deflagrou a 2ª fase da Operação Metamorfose para desarticular organização criminosa especializada na aplicação de fraudes contra o INSS.

Na ação, cerca de 50 policiais federais cumprem 8 mandados de prisão preventiva, 1 mandado de prisão temporária e 9 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro contra investigados suspeitos de liderarem a quadrilha, nos municípios do Rio de Janeiro, Nilópolis/RJ e Mesquita/RJ.

No começo de 2023, a Polícia Federal deu início a um trabalho investigativo que culminou na deflagração da Operação Metamorfose. Na ocasião, foram cumpridos 19 mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão contra integrantes do grupo criminoso que faziam a representação legal de beneficiários “fantasmas”. A quadrilha investigada causou à Previdência Social um prejuízo de aproximadamente R$ 8 milhões, sendo que os valores poderiam alcançar estimados R$ 12,3 milhões se não fosse pela atuação da Polícia Federal.

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Com a 2ª fase da Operação Metamorfose, a PF busca desestruturar qualquer possibilidade de a organização criminosa seguir atuando em prejuízo do INSS e seus aposentados e pensionistas, uma vez que as principais lideranças da quadrilha são alvos dos mandados judiciais em questão na deflagração de hoje, incluindo servidor da Autarquia Federal.

A quadrilha investigada atua mediante a realização de requerimentos de benefícios previdenciários em nome de pessoas “fictícias”, ou por meio da reativação de benefícios titularizados por pessoas já falecidas, mas que possuíam altos valores pagos pelo INSS represados em conta.

Notadamente, foram fraudados os benefícios do tipo pensão por morte e BPC-LOAS (benefício de prestação continuada ao idoso hipossuficiente). O grupo obtinha sucesso nas práticas criminosas em razão da atuação de procuradores que se habilitavam como representantes legais dos titulares “fantasmas” ou falecidos.

Uma vez concedido o benefício, tais procuradores realizavam a abertura de contas em agências bancárias, proporcionavam os saques dos valores e retiravam o cartão magnético para saques futuros. Verificou-se, assim, que além de atuarem como procuradores de pessoas “fictícias”, os criminosos se apresentavam perante o INSS como se fossem outra pessoa, visto que alguns integrantes da quadrilha forjaram a própria identidade.

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Os investigados responderão, dentre outros delitos, pelos crimes de organização criminosa, estelionato previdenciário, peculato eletrônico, falsidade ideológica, falsificação e uso de documentos falsos. Se somadas, as penas podem chegar a 36 anos e 8 meses de reclusão.

Operação Metamorfose II – atualização: 7 presos

– sete dos nove mandados de prisão foram efetivamente cumpridos.
– ⁠dois alvos da operação não foram localizados e seguem sendo procurados.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected] | www.gov.br/pf
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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PF e MPF combatem corrupção e lavagem de dinheiro em Goiás

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Goiânia/GO. A Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) deflagraram, nesta quinta-feira (23/4), a Operação Sepse 2, visando à repressão de crimes de corrupção ativa e passiva, de peculato-desvio e de lavagem de capitais. Estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão em Goiânia e 1 em Anápolis.

Os fatos investigados estão relacionados ao desvio de recursos públicos operados mediante quarteirização de contratos realizados por uma organização social que atuou no estado de Goiás.

As diligências demonstram que os gestores da organização, em conluio com as empresas contratadas, promoveram o desvio de verbas públicas. O superfaturamento, além de enriquecer ilicitamente os empresários fraudadores, voltava em benefício dos gestores. Também foram constatadas diversas transações financeiras típicas de lavagem de capitais.

Comunicação Social da Polícia Federal em Goiás
Fone: (62) 3240-9607 / (62) 99216-6260
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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