Policia Federal

PF deflagra décima fase da Operação Aifa

Publicado

Paranaguá/PR.  Na manhã dessa quarta-feira, 19 de maio de 2024, a Polícia Federal, em ação conjunta com MPF, IBAMA, PRF, Guarda Civil Municipal, Batalhão de Polícia Ambiental Força Verde da Polícia Militar do Paraná e Prefeitura de Paranaguá/PR, deflagrou a décima investida contra os crimes ambientais de ocupação ilegal em áreas de proteção ambiental.

Essa investida incidiu sobre local com enorme quantidade de aterros clandestinos e criminosos, inseridos no local de forma coordenada.

A AIFA permanece em vigor, com um total de mais de 100 construções demolidas, com mais ações agendadas para os próximos meses de 2024, destacando que as demolições da AIFA atingem construções não residenciais e que não houve demolição de construções de pessoas em situação de risco social e econômico até o momento.

Comunicação Social da Polícia Federal em Paranaguá/PR
E-mail: [email protected]
www.gov.br/pf


Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

Publicado

Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

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Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Comunicação Social da PF no RJ
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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