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Conab diz que colheita da safrinha de milho atingiu 96,8%

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou em seu último relatório que a colheita da safrinha de milho  2023/24 já atingiu 96,8% da área total semeada no Brasil. Esse dado representa um avanço de 1,8% em relação à semana anterior, demonstrando o ritmo acelerado dos trabalhos nos campos brasileiros.

No entanto, quando comparado ao mesmo período do ano passado, a colheita apresenta um leve atraso de 0,3 ponto percentual. Esse descompasso pode ser atribuído a diversos fatores, como condições climáticas adversas em algumas regiões produtoras, ajustes na programação das atividades agrícolas ou até mesmo questões logísticas.

Impactos e Projeções – Esse leve atraso na colheita pode gerar algumas implicações para o mercado de milho. Um dos principais impactos é a possível alteração no cronograma de plantio das próximas safras, o que pode influenciar a oferta e os preços do cereal nos próximos meses.

Além disso, o atraso na colheita pode afetar a qualidade dos grãos, especialmente em regiões onde as chuvas foram mais intensas no período da colheita. Grãos com maior umidade podem apresentar problemas de armazenamento e perda de qualidade, o que pode impactar a indústria de processamento e a exportação do produto.

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Fonte: Pensar Agro

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Mulheres da Pesca Artesanal apresenta resultados para pescadoras no Rio Grande do Sul

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), por meio da Superintendência Federal no Rio Grande do Sul, promoveu, na última quinta-feira (16), um encontro para apresentar os resultados do projeto Mulheres da Pesca Artesanal e compartilhar experiências e aprendizados construídos ao longo da iniciativa. 

 O evento reuniu pescadoras de diferentes regiões do estado, participantes do projeto e representantes de instituições parceiras, entre elas parlamentares, integrantes dos Ministérios da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), além da Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas Costeiras e Marinhas (CONFREM). 

O projeto tem como principal objetivo apoiar a regularização do processamento e da comercialização do pescado em âmbito domiciliar, por meio do fortalecimento do papel das mulheres na cadeia produtiva da pesca artesanal. Para isso, a iniciativa desenvolve ações de capacitação, pesquisa, assistência técnica e construção participativa de protocolos voltados à atividade. 

 A ação reúne famílias de pescadoras dos municípios de Imbé, Tramandaí e Xangri-Lá, pesquisadoras da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e o MPA, com apoio da EMATER e dos serviços municipais de fiscalização do litoral norte gaúcho. 

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Ao longo do projeto, foram promovidas atividades de ensino, pesquisa e extensão para aproximar os saberes tradicionais da pesca artesanal do conhecimento científico, valorizando o trabalho das mulheres, historicamente ligado ao beneficiamento do pescado. 

 As ações foram implementadas junto a quatro famílias da pesca artesanal do litoral norte do estado, com foco na melhoria das condições de trabalho e na construção de caminhos viáveis para a formalização do processamento artesanal, garantindo mais qualidade e segurança aos produtos. 

 Entre os principais resultados da iniciativa estão o diagnóstico das condições de trabalho, capacitações em Boas Práticas de Manipulação, desenvolvimento de novos produtos, fortalecimento da gestão e da comercialização, além da elaboração de materiais educativos voltados às pescadoras artesanais. 

Além de promover a valorização dos saberes tradicionais, o projeto também busca ampliar a equidade de gênero na atividade pesqueira e gerar impacto social duradouro para as comunidades. A partir dos resultados alcançados, a proposta poderá contribuir para a construção de um projeto de lei voltado à regularização do processamento e da comercialização do pescado em âmbito domiciliar. 

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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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