Policial

Bope apreende 46 quilos de skank e prende três integrantes de organização criminosa em Cuiabá

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Dois homens e uma mulher foram presos, nesta quinta-feira (01.08), suspeitos por associação criminosa e tráfico de drogas, no bairro Morada da Serra, em Cuiabá. Em uma ação do Batalhão de Operações Especiais (Bope), com apoio da Força Tática e da Polícia Federal, foram apreendidos 46 quilos de substância análoga à skank. O prejuízo ao crime é de mais de R$ 200 mil.

Conforme o boletim de ocorrência, os militares receberam informações de que integrantes de uma organização criminosa planejava encaminhar a droga para região Norte do Estado nos próximos dias.

Com a denúncia, os policiais se deslocaram ao endereço informado, um conjunto de kitnets localizado na Rua Alta Floresta, e lá identificaram um dos suspeitos em frente ao imóvel.

Ao perceber a aproximação das equipes, o homem tentou correr para dentro da casa, quando foi abordado e detido. Questionado sobre as drogas, ele confessou que estariam guardadas em um dos quartos.

As equipes entraram na residência e identificaram uma mulher, que também tentou fugir da autuação. Os militares encontraram as drogas embaixo de um colchão. Os entorpecentes equivalem a R$ 200 mil.

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A dupla indicou um terceiro integrante da quadrilha, que foi localizado na Rua Iporã, do bairro Paiaguás, em Cuiabá. A princípio, o suspeito negou participação, no entanto relatou que emprestou o imóvel para armazenamento das drogas.

Os suspeitos e os entorpecentes foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil indicia mulher por morte de homem após desferir golpes de capacete na cabeça

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A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu o inquérito que apurou a morte de Aldonir Ribeiro da Luz, de 48 anos, assassinado com golpes de capacete em Cocalinho. Uma mulher, de 49 anos, foi indiciada por lesão corporal dolosa seguida de morte.

No dia 6 de dezembro de 2025, por volta das 14h50, Aldonir foi agredido pela suspeita em um bar no bairro Alto Cocalinho. Ela arremessou dois capacetes contra a cabeça da vítima durante uma discussão com motivação banal. Após a agressão, o proprietário do estabelecimento apartou a briga e mandou a agressora embora.

O caso gerou grande repercussão e comoção na comunidade local. Imagens captadas pelas câmeras de segurança do estabelecimento, que registraram toda a dinâmica do ocorrido em uma filmagem de 39 segundos, circularam amplamente nas redes sociais, chocando moradores de Cocalinho e região.

Desde as agressões sofridas, a vítima passou a apresentar um quadro de piora progressiva compatível com os traumas na cabeça. Após alguns meses, Aldonir foi encontrado pela família inconsciente e foi encaminhado ao serviço de saúde.

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Os exames constataram lesão grave na região atingida pelos golpes, e a vítima foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cocalinho, depois ao Hospital Regional de Água Boa e ao Hospital Metropolitano de Várzea Grande. No entanto, a vítima não resistiu e veio a óbito em 28 de fevereiro de 2026.

Investigação

O inquérito policial reuniu um sólido conjunto de provas, incluindo imagens de câmeras de segurança do próprio bar, depoimentos de cinco testemunhas presenciais convergentes, laudos médicos hospitalares, certidão de óbito e laudo de necrópsia elaborado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

“Os laudos periciais atestaram que o óbito decorreu dos golpes de capacete sofridos pela vítima, sem que haja qualquer indicativo de que outra causa tenha contribuído para o desfecho fatal. O nexo causal entre as agressões e a morte está plenamente confirmado pela perícia”, afirmou o delegado Carlos Alberto Silva, responsável pela investigação do caso.

Ao final das investigações, a mulher foi indiciada pelo crime de lesão corporal dolosa seguida de morte, previsto no artigo 129, §3º, do Código Penal, com pena de 4 a 12 anos de reclusão. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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