A reforma no prédio que abriga o Museu Histórico de Mato Grosso, executada pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), está 85% concluída. A previsão de término é até outubro deste ano. A obra assegura melhorias e inovações na exposição que aborda a história de Mato Grosso.
Tombado como patrimônio histórico, o prédio do Antigo Thesouro do Estado é sede do Museu Histórico de Mato Grosso desde 2004. A edificação centenária, de estilo neoclássico, passa por serviços de manutenção predial preventiva e corretiva para receber um novo museu, que terá conceito moderno e interativo.
Dentre os serviços já executados, estão a revisão do sistema de combate a incêndio e pânico, instalações elétricas, reforma geral dos banheiros e da cobertura, bem como recuperação de piso e esquadrias. A obra também possibilitou a instalação de tubulação para equipamentos de ar condicionado, pintura, reconstituição de fachada e montagem de expositores nas salas.
A fase atual da reforma envolve os serviços de finalização de recuperação do piso, instalação de cobertura do átrio (pátio interno), acabamentos finais e adequação à acessibilidade no local, com instalação de piso tátil e sinalização.
De acordo com o superintendente de Preservação do Patrimônio Histórico e Museológico da Secel, Robinson de Carvalho Araújo, a próxima etapa será a execução do projeto expográfico.
“Após a conclusão da reforma do prédio, a equipe do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, que ficou responsável pela expografia, irá desenvolver a concepção e materialização da exposição. Essa atividade deve abranger um período de seis meses”, explica Robinson.
O acervo do Museu Histórico de Mato Grosso é composto por peças históricas e artísticas que retratam episódios da história mato-grossense desde a ancestralidade, passando pelos períodos de Colônia e Império até o início da República. A nova concepção trará também aspectos da contemporaneidade e abordagens interativas dos conteúdos.
A Secretaria de Estado e Meio Ambiente (Sema-MT), com apoio da Polícia Militar (PMMT), concluiu nesta sexta-feira (26.6) uma operação de fiscalização contra crimes ambientais na região da Baixada Cuiabana. A ação conjunta, iniciada na segunda-feira (22), resultou na apreensão de uma pá-carregadeira, utilizada para o desmate ilegal, embargos de cerca de 250 hectares e aplicação de sanções administrativas estimadas em torno de R$ 1,5 milhão.
A atuação terrestre ocorreu nos municípios de Barão de Melgaço, São Pedro de Joselândia, Santo Antônio de Leverger, Chapada dos Guimaraes, Nova Brasilândia e Rosário Oeste. As esquipes de fiscalização se deslocaram até os endereços para atender aos alertas detectados pela base de dados da Sema, além dos emitidos pelas imagens via satélite Planet, de monitoramento em tempo real.
Após cinco dias de ofensiva, as principais infrações constadas foram o desmatamento em corte raso, atuação em desacordo com o licenciamento e uso do fogo em período proibitivo ou sem autorização. Essas irregularidades geraram 7 relatórios técnicos, 6 notificações, 3 embargos, 3 autos de infração, 3 autos de inspeção, 2 despachos, 1 termo de apreensão e 1 termo de depósito.
Uma pá-carregadeira apreendida em flagrante durante a operação foi removida e depositada no pátio credenciado da Sema em Cuiabá.
Atividades de queima
Devido às condições climáticas favoráveis à propagação de incêndios, a operação também atuou firmemente na prevenção de incêndios florestais, resultando no cancelamento imediato de licenças e autorizações de queima na região.
Este ano, o período proibitivo de uso do fogo para limpeza e manejo de áreas localizas nos três biomas do estado (Amazônia, Cerrado e Pantana) será de 1º de julho a 30 de novembro.
Denúncia
Crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente pelo número 3613-7398 e 98153-0255 (por telefone ou WhatsApp), pelo email [email protected], pelo aplicativo MT Cidadão, pelo Fale Cidadão da CGE ou em uma das regionais da Sema.
Quem se deparar com um crime ambiental também pode denunciar à Polícia Militar, pelo 190.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.