Policia Federal

PF investiga alistamento eleitoral fraudulento

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Cuiabá/MT. A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira, 25/10, a Operação Annotata, com o objetivo de combater crimes de transferência de domicílio eleitoral com indicativos de fraude documental.

A investigação apura um esquema de transferência fraudulenta de domicílio eleitoral para a cidade de Santo Antônio do Leveger/MT por meio da apresentação de comprovantes de residência ideologicamente falsos.

Verificou-se que o principal alvo dos mandados, que foi candidato a vereador, recrutou eleitores de outras cidades para formalizarem requerimentos de alteração de seus domicílios eleitorais (RAE) e, para tanto, utilizava comprovantes de residência falsificados.

Os investigados poderão ser responsabilizados pelo cometimento dos crimes de alistamento fraudulento, falsidade ideológica para fins eleitorais, inserção de dados falsos em sistema de informação e associação criminosa, cujas penas somadas são de até 25 anos de reclusão.

O nome da operação, Annotata, termo em latim, significa vigilância, demonstrando o compromisso da PF com a proteção do Estado Democrático de Direito, que visa garantir a legitimidade das eleições e coibir práticas que possam interferir o pleito eleitoral.

Leia mais:  PF apreende 31 kg de drogas e realiza prisão em Três Lagoas/MS

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso
Contato: (65) 99218-6164
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF prende investigado por tráfico de animais silvestres e exóticos

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Rio de Janeiro/RJ. Nesta quarta-feira (15/7), a Polícia Federal deflagrou a Operação Lobo Solitário com o objetivo de reprimir os crimes de tráfico de animais silvestres e exóticos e falsificação de documentos utilizados para conferir aparência de legalidade aos animais comercializados ilegalmente.

Na ação desta data, policiais federais cumpriram um mandado de prisão preventiva no bairro de Botafogo/RJ.

As investigações originam-se de denúncia anônima encaminhada por meio do Comunica PF. As apurações indicam que o investigado anunciava a venda de espécies, entre elas répteis, aves, primatas e felinos, incluindo também animais ameaçados de extinção, como mico-leão-dourado, arara-azul, onça-parda, onça-pintada, pantera-negra e jaguatirica.

Além dos animais, também eram oferecidas aos compradores documentações falsas, incluindo notas fiscais, certificados de origem e anilhas, com o objetivo de conferir aparência de legalidade a espécimes provenientes do tráfico.

O investigado poderá responder pela prática dos crimes de organização criminosa, tráfico de animais silvestres ameaçados de extinção, falsificação de documento público e receptação qualificada, sem prejuízo de eventuais delitos que possam ser identificados no curso das apurações.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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