Tribunal de Justiça de MT

Programa Verde Novo realiza plantio e distribuição de 500 mudas de árvores neste sábado (dia 9)

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O Programa Verde Novo do Poder Judiciário de Mato Grosso, juntamente com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e com o Programa REM-MT, realizam, neste sábado (9 de novembro), a partir das 7h30, uma grande ação de plantio de 400 mudas e distribuição de outras 100, nos canteiros do Complexo Viário Engenheiro José Garcia Neto, que compreende o viaduto da Avenida Marechal Deodoro sobre a Avenida Miguel Sutil, ao lado da Rodoviária de Cuiabá. Toda população está convidada a participar do plantio de mudas de jatobá, angico, ingá, ipês, entre outras espécies florestais e levar seu exemplar para casa.
 
A iniciativa é resultado da união de esforços dos realizadores e diversos parceiros, conforme explica a engenheira florestal do Programa Verde Novo, Rosiani Carnaíba. “As mudas que serão plantadas no dia fazem parte do acervo de 20 mil exemplares doadas pelo Programa REM, no mês de outubro, ao Programa Verde Novo. A Associação de Engenheiros Sanitaristas patrocinou a mão-de-obra para abrir os berços onde serão plantadas as árvores. A Águas Cuiabá está doando o biolodo, um tipo de adubo. O Everson Alvarenga é um voluntário do estado de São Paulo, que conheceu o Verde Novo e quis participar, doando água para bebermos na ação e vai estar no dia também, entre outros parceiros que estão contribuindo para a arborização da cidade”, afirma.
 
Desde 2017, quando foi criado, o Verde Novo já proporcionou à população de Cuiabá e Várzea Grande mais de 200 mil mudas de árvores nativas e frutíferas, considerando aquelas que foram doadas para moradores ou plantadas em parques, praças e escolas, em ações que só foram possíveis por meio de parcerias, que visam devolver a Cuiabá o título de Cidade Verde.
 
Zap Mudas – Qualquer pessoa de Cuiabá e Várzea Grande pode solicitar a distribuição gratuita ou o plantio de mudas de árvores em terrenos, jardins e outros espaços públicos da sua instituição ou do seu bairro. Para isso, o Verde Novo disponibiliza o Zap Mudas, que atende pelo telefone (65) 3648-6879.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto colorida que mostra dezenas de mudas de plantas no chão coberto de folhas secas, sob a sombra de uma árvore, que na foto só dá para ver o tronco. As mudas estão em saquinhos pretos e com uma altura de quase meio metro. Imagem 2: banner colorido que mostra o mapa de Cuiabá com destaque para o Complexo Viário e a rodoviária. Para sinalizar os locais de plantio, o mapa é sobreposto com desenhos de árvores. No topo do banner constam informações do plantio de mudas e data. No rodapé, aparecem as logomarcas de todos os parceiros da ação.
 
Celly Silva/Foto: Anderson Lobão
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Plano deve pagar congelamento de óvulos para evitar infertilidade

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Plano de saúde deverá custear congelamento de óvulos para evitar infertilidade causada por tratamento médico, mas não pagará despesas futuras.

  • A decisão diferenciou prevenção de infertilidade de reprodução assistida.

Uma operadora de plano de saúde deverá custear parte do procedimento de congelamento de óvulos de uma paciente diagnosticada com endometriose profunda, diante do risco de infertilidade decorrente de tratamento cirúrgico. A decisão, porém, limitou a cobertura apenas às etapas iniciais do procedimento, excluindo despesas futuras.

O caso foi analisado pela Quarta Câmara de Direito Privado, sob relatoria do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho. A paciente relatou que precisava passar por cirurgia para tratar a doença e que, por orientação médica, deveria realizar a criopreservação de óvulos como forma de preservar a fertilidade.

A operadora negou o custeio sob o argumento de que o procedimento estaria relacionado à reprodução assistida, o que não é de cobertura obrigatória. No entanto, ao julgar o recurso, o relator destacou que a situação não se confunde com fertilização in vitro, mas sim com uma medida preventiva para evitar um dano decorrente do próprio tratamento de saúde.

Segundo o entendimento adotado, quando o plano cobre a doença, também deve arcar com medidas necessárias para evitar efeitos colaterais previsíveis, como a infertilidade. O magistrado ressaltou que a criopreservação, nesse contexto, tem caráter preventivo e está ligada diretamente ao tratamento médico indicado.

Por outro lado, a decisão estabeleceu limites para essa obrigação. Ficou definido que a operadora deve custear apenas as fases iniciais do procedimento, como a estimulação ovariana, a coleta e o congelamento dos óvulos.

Já os custos posteriores, como taxas de armazenamento do material genético e eventual utilização futura em fertilização assistida, não deverão ser arcados pelo plano, por se tratarem de medidas relacionadas ao planejamento familiar.

Processo nº 1004443-86.2026.8.11.0000

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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