Tribunal de Justiça de MT

Vereadores mirins de Ipiranga do Norte-MT conhecem o Tribunal de Justiça de Mato Grosso

Publicado

Projeto ‘Nosso Judiciário’ do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) recebeu nesta quinta-feira (7 de novembro), oito vereadores mirins do município de Ipiranga do Norte, a 455 km de Cuiabá, para conhecer as instalações do Palácio da Justiça e como é o papel da justiça na garantia dos direitos individuais, coletivos e sociais dos cidadãos. 
 
Durante a visita, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer o Plenário 2, onde desembargadores, juízes, advogados e outras autoridades trabalham no julgamento de processos.
   
O presidente da Câmara Municipal de Ipiranga do Norte, vereador Rogério do Carmo Gabriel, que também conheceu a sede do Poder Judiciário, destacou que o projeto Nosso Judiciário oportuniza ampliação do conhecimento aos jovens.
 
“Essa visita é muito importante para todos, estou satisfeito em conseguir trazer nossos jovens aqui para aprender como é funcionamento da Justiça, isso ajuda na construção de uma sociedade melhor”, declarou o vereador. 
 
No Espaço Memória, local que preserva a história de 150 anos do Poder Judiciário Mato-grossense, os visitantes conheceram relíquias, uma máquina de datilografia de 1930, documentos, cédulas emitidas em 1900, no valor de 500 mil réis, além de outras peças e móveis. 
 
O vereador mirim, João Guilherme de Souza, ficou impressionado com a estrutura do ‘Espaço Memória’. Ele destacou que essa visita “representa muito conhecimento, pois com esses objetos podemos conhecer um pouco da história do Judiciário, estou feliz com tudo que aprendi”. 
 
Os alunos receberam uma cartilha da justiça com temas da atualidade: cyberbullying, injúria racial, importunação sexual, omissão de socorro, direitos do consumidor, falsificação de documentos, tráfico de drogas e crimes ambientais.  
 
Entre os participantes, a intercambista mexicana, Astryd Yolanda Morales Marthel, que está morando no município de Ipiranga do Norte, também conheceu o TJMT e disse que “essa visita foi uma oportunidade de conhecer a justiça no Brasil. Essa sala é histórica, repleta de registros, fotografia e documentos, isso deixa qualquer turista encantado, gostei muito”. 
  
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Foto 1: grupo está no centro do plenário no Espaço Memória. Foto 2: o vereador mirim, João Guilherme, sendo entrevistado pela equipe da TV Justiça. É um rapaz alto, pele branca, cabelos curtos castanho, olhos escuros e usa camiseta gola polo branca. Foto 3: mostra a jovem intercambista mexicana, Astryd Yolanda, também sendo entrevistada pela equipe da TV Justiça. Ela é uma mulher baixa, cabelos pretos, pele morena, usa um terno azul marinho.
 
Carlos Celestino | Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia mais:  Servidores de gabinetes e secretarias criminais de Cuiabá e Várzea Grande são capacitados no OMNI

Comentários Facebook
publicidade

Tribunal de Justiça de MT

Plano deve pagar congelamento de óvulos para evitar infertilidade

Publicado

A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Plano de saúde deverá custear congelamento de óvulos para evitar infertilidade causada por tratamento médico, mas não pagará despesas futuras.

  • A decisão diferenciou prevenção de infertilidade de reprodução assistida.

Uma operadora de plano de saúde deverá custear parte do procedimento de congelamento de óvulos de uma paciente diagnosticada com endometriose profunda, diante do risco de infertilidade decorrente de tratamento cirúrgico. A decisão, porém, limitou a cobertura apenas às etapas iniciais do procedimento, excluindo despesas futuras.

O caso foi analisado pela Quarta Câmara de Direito Privado, sob relatoria do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho. A paciente relatou que precisava passar por cirurgia para tratar a doença e que, por orientação médica, deveria realizar a criopreservação de óvulos como forma de preservar a fertilidade.

A operadora negou o custeio sob o argumento de que o procedimento estaria relacionado à reprodução assistida, o que não é de cobertura obrigatória. No entanto, ao julgar o recurso, o relator destacou que a situação não se confunde com fertilização in vitro, mas sim com uma medida preventiva para evitar um dano decorrente do próprio tratamento de saúde.

Segundo o entendimento adotado, quando o plano cobre a doença, também deve arcar com medidas necessárias para evitar efeitos colaterais previsíveis, como a infertilidade. O magistrado ressaltou que a criopreservação, nesse contexto, tem caráter preventivo e está ligada diretamente ao tratamento médico indicado.

Por outro lado, a decisão estabeleceu limites para essa obrigação. Ficou definido que a operadora deve custear apenas as fases iniciais do procedimento, como a estimulação ovariana, a coleta e o congelamento dos óvulos.

Já os custos posteriores, como taxas de armazenamento do material genético e eventual utilização futura em fertilização assistida, não deverão ser arcados pelo plano, por se tratarem de medidas relacionadas ao planejamento familiar.

Processo nº 1004443-86.2026.8.11.0000

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Comentários Facebook
Leia mais:  Teletrabalho: servidores da Central de Processamento Eletrônico encerram capacitação
Continue lendo

Mais Lidas da Semana