Mato Grosso

Companhia Raio prende dois homens e apreende R$ 4 mil em dinheiro do tráfico de drogas

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Policiais militares da Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio) prenderam dois homens, de 24 e 27 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta segunda-feira (25.11), em Cuiabá. Com a dupla, foram apreendidas porções de maconha e pasta base e mais de R$ 4 mil em dinheiro proveniente do tráfico de entorpecentes.

Durante trabalho de motopatrulhamento pelo bairro Doutor Fábio, as equipes policiais receberam denúncias anônimas de moradores sobre um ponto de venda de entorpecentes na região. Segundo as informações recebidas, dois irmãos residiam no imóvel e realizavam o tráfico de drogas.

Os policiais se deslocaram ao endereço da denúncia e flagraram um suspeito com uma sacola de entorpecentes, na frente da casa. Os militares iniciaram abordagem, momento em que o homem fugiu para o interior do imóvel, abandonando o objeto no chão. Os militares constataram se tratar de uma grande porção de maconha.

Já dentro da casa, a equipe Raio conseguiu deter o suspeito e seu irmão. Em buscas pela residência, os militares encontraram algumas porções de maconha e pasta base de cocaína. Todo o material estava espalhado em pontos do imóvel.

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Ao término das buscas, os policiais também localizaram um pacote contendo R$ 4.048,00 em dinheiro.

Diante dos fatos, os dois irmãos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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