Mato Grosso

Polícia Militar apreende 411 quilos de pasta base de cocaína e causa prejuízo de R$ 7,5 milhões às facções

Publicado

A Polícia Militar apreendeu 411 quilos de pasta base de cocaína escondidas na carroceria de uma caminhonete, na noite desta segunda-feira (3.3), na cidade de Pontes e Lacerda. A apreensão causou prejuízo de R$ 7,5 milhões às facções criminosas. Um homem, de 32 anos, foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas.

As equipes policiais do 12º Comando Regional estavam em patrulhamento e flagraram uma caminhonete Hilux trafegando em alta velocidade na região central da cidade. Diante da suspeita, os militares iniciaram tentativa de abordagem, momento em que o condutor do veículo fugiu.

Os policiais solicitaram reforços e fizeram acompanhamento à caminhonete, que realizava manobras perigosas, colocando a vida de transeuntes em risco. Rapidamente, a Polícia Militar conseguiu fazer cerco e interceptar a ação do suspeito, que foi detido.

Em verificação ao automóvel, os policiais localizaram 40 fardos contendo tabletes de substância análoga a pasta base de cocaína, totalizando 411 quilos de drogas.

Para os policiais, o suspeito afirmou que iria guardar o carregamento de drogas e que receberia uma quantia em dinheiro pelo transporte do entorpecente.

Leia mais:  Polícia Civil prende em VG criminoso procurado por sequestro e tortura em Nova Mutum

O homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a delegacia da cidade, com as drogas e a caminhonete apreendidas, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

A ação faz parte das operações Protetor das Fronteiras e Divisas e Tolerância Zero, que contam com a força-tarefa das equipes da Polícia Militar e Grupo Especial de Fronteira (Gefron).

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Polícia Civil apreende uma arma de fogo e prende foragido da Justiça

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Polícia Civil deflagra operação para desmantelar quadrilha voltada para o tráfico em Apiacás e região

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana