Mato Grosso

Sesp entrega à prefeitura de Chapada dos Guimarães mais de 70 câmeras do Vigia Mais MT

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A Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso entregou na manhã desta segunda-feira (24.3) à prefeitura de Chapada dos Guimarães (67 km de Cuiabá), 73 câmeras de videomonitoramento do programa Vigia Mais MT.

O prefeito do município, Osmar Froner, esteve presente para assinatura do termo de adesão e em seguida acompanhou a entrega das câmeras. Ao todo foram disponibilizadas 69 fixas e quatro do modelo SpeedDome com alcance de até 2,5 km de distância e gravação noturna.

Durante a entrega o prefeito destacou que o município recebe mais de 50 mil pessoas durante as temporadas de festas e que o programa Vigia Mais MT vai beneficiar os cidadãos e os turistas da cidade com mais segurança.

“A presença desses aparelhos de monitoramento, trará mais sensação de segurança tanto para a população, quanto aos visitantes e comerciantes, inibindo furtos, roubos e danos. Somos uma das regiões mais procuradas do Estado e queremos estar prontos para oferecer aos turistas toda segurança necessária”, considerou.

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O secretário de Segurança Pública (Sesp), coronel PM César Roveri, cumprimentou o prefeito e destacou que a parceria com Chapada dos Guimarães é um marco importante para a segurança pública por se tratar de uma região turística.

“Completamos agora 127 municípios do estado equipados com muita tecnologia, inovação e segurança aos cidadãos mato-grossenses. Um programa idealizado que agora vai proteger o cidadão chapadense e todos visitantes, uma cidade referência em turismo, visitada por pessoas de todos os países”, pontuou o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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