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Saiba quais são os maiores hubs das companhias aéreas brasileiras

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O Aeroporto de Confins é o 2º maior hub da Azul no Brasil
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O Aeroporto de Confins é o 2º maior hub da Azul no Brasil



As companhias aéreas brasileiras concentram as sua operações em hubs, aeroportos estratégicos que servem para distribuir os voos para destinos nacionais e internacionais. Por exemplo, mais de 90% das decolagens e pousos no Aeroporto de Campinas (SP) são da companhia Azul.

A Latam, maior companhia aérea do Brasil, não tem voos comerciais em Campinas. A cada 10 decolagens em Viracopos, 9 são de aviões da Azul e 1 da Gol.

O segundo maior hub da Azul no Brasil é o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins. O terceiro maior da companhia é o Aeroporto do Recife. São 46 rotas domésticas  e internacionais a partir da capital pernambucana.

É pelo hub da Azul em Belo Horizonte que um passageiro da Azul de Rio Branco, no Acre, pode viajar para Orlando, na Flórida, fazendo apenas uma conexão na capital mineira. É por esse motivo que a Azul decidiu em outubro do ano passado lançar voo direto de Rio Branco para Belo Horizonte.


Latam e Gol lideram em Guarulhos

Os principais hubs das companhias Latam e Gol são os aeroportos de Guarulhos e de Brasília. A Gol é a companhia com maior número de voos no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão). Salvador é a capital no Nordeste com maior número de cidades atendidas pela Gol.

O maior hub da Latam no Nordeste é o Aeroporto de Fortaleza. A companhia conta com cerca de 200 voos (pousos e decolagens) por semana na capital cearense. A Latam tem voos de Fortaleza para Santiago e, no dia 7 de abril, começou a operar uma rota sem escala para Lisboa.

Aeroporto de Congonhas

O Aeroporto de Congonhas, o segundo maior do Brasil, também funciona como hub das duas maiores companhias aérea do Brasil. A Latam, que tem o maior número de decolagens na capital paulista, pode embarcar um passageiro em Brasília e, em São Paulo, ele poderá continuar a viagem para Londrina (PR).

Ribeirão Preto (SP) era o principal hub da VoePass, companhia que em 11 de março deste ano teve suas operações suspenas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A Latam tinha um acordo de compartilhamento de voos com a VoePass que atendia 16 cidades.





Fonte: Turismo

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Turismo

Do doce de cacto ao tucupi negro: Salão do Turismo transforma Fortaleza em uma viagem pelos sabores do Brasil

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Quem visitou o Salão do Turismo, em Fortaleza, conseguiu viajar pelo Brasil sem sair do Centro de Eventos do Ceará. Bastava seguir o cheiro do café do Espírito Santo, experimentar um doce de cacto da Paraíba, provar uma geleia de torresmo de Santa Catarina ou descobrir aromas amazônicos no estande do Amapá. Ao longo dos três dias de evento, a gastronomia virou uma das principais experiências do Salão.

Realizado pelo Ministério do Turismo (MTur), pela primeira vez no Nordeste, o evento reuniu os 26 estados e o Distrito Federal em uma programação que conectou turismo, cultura, artesanato e sabores regionais.

Sabores com histórias

No estande da Paraíba, um dos produtos que mais despertou curiosidade foi o doce de palma, preparado a partir do cacto usado tradicionalmente na alimentação animal no sertão. Na culinária local, o ingrediente ganhou coco e virou sobremesa típica.

“É algo surpreendente pra quem prova pela primeira vez”, contou José Orlando, interlocutor de turismo de São José de Princesa. O município também apresentou trilhas, restaurantes típicos e experiências ligadas ao turismo rural e quilombola.

No espaço do Amapá, a proposta foi apresentar a chamada “culinária do meio do mundo”, marcada por ingredientes amazônicos e técnicas tradicionais da região. Entre os destaques estavam sobremesas feitas com cumaru, conhecido como a “baunilha da Amazônia”, além de pratos elaborados com tucupi negro, peixes regionais e castanha-do-brasil.

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“A floresta nos dá aromas, sabores e cores únicos. A gente trabalha com produtos da região e valoriza técnicas locais”, explicou Sandro Belo, presidente da Abrasel, no Amapá.

Já Santa Catarina apostou em produtos típicos do Vale Europeu, como bala de banana, geleias artesanais, salames italianos e até uma geleia feita à base de torresmo moído, tradição ligada à imigração europeia e à agricultura familiar do estado.

Vitrine nacional para pequenos produtores

No Armazém da Agricultura Familiar, pequenos produtores, de diferentes regiões do país, apresentaram doces, pimentas, queijos, molhos artesanais, cachaças e produtos típicos do Cerrado e do sertão nordestino.

Do Ceará, Katiuce Guerreiro levou produtos de um grupo que trabalha com turismo de base comunitária e sítios arqueológicos. “Quando a gente participa de um evento desse tamanho, o produto deixa de ser conhecido só localmente e passa a ter visibilidade nacional”, afirmou.

Já a Cooperativa Floryá, de Goiás, chamou atenção por causa dos sabores do Cerrado, como molhos artesanais, pastas de baru, mel de flor de laranjeira, cachaças e produtos feitos a partir de ingredientes típicos da região. 

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A história das produtoras também se destacou: formada exclusivamente por mulheres, a iniciativa nasceu durante a pandemia, quando agricultoras da região passaram a enfrentar dificuldades para comercializar os alimentos.

“A gente começou com um delivery de cestas básicas porque tinha produção parada e famílias passando necessidade. Depois, as mulheres perceberam que podiam produzir, vender e conquistar independência financeira”, contou Ana Caroline, gerente de projetos de inclusão da cooperativa.

Salão do Turismo

Realizado pela primeira vez no Nordeste, em Fortaleza, o 10º Salão do Turismo reuniu representantes dos 26 estados e do Distrito Federal em uma programação voltada à promoção de destinos, experiências e negócios. Ao longo de três dias, o evento promoveu palestras, rodadas de negócios, apresentações culturais, espaços gastronômicos e exposições de artesanato, além de debates sobre inovação, sustentabilidade, conectividade aérea, turismo de base comunitária e estratégias para o setor. 

A edição também marcou o fortalecimento das políticas de incentivo ao turismo interno e da integração entre poder público, iniciativa privada e comunidades locais, reforçando o papel do turismo como motor de desenvolvimento econômico, geração de emprego e valorização da diversidade brasileira.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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