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Confira os 3 trens turísticos que você pode levar o seu pet

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No trem da Serra do Mar o pet pode viajar ao lado do tutor
Divulgação Serra Verde Express

No trem da Serra do Mar o pet pode viajar ao lado do tutor


Os trens  turísticos de três estados aceitam que o tutor leve no passeio pelos trilhos históricos o seu animalzinho de estimação. Na Maria Fumaça que faz o trajeto entre São João del-Rei e Tiradentes, em Minas Gerais, o passeio é de graça. 

Segundo a VLI, empresa que gerencia a Maria Fumaça, os pets para embarcar precisam ser de pequeno e médio porte e a viagem deve ser realizada no colo do tutor. Os animais não podem ficar no corredor do vagão..

A Maria Fumaça de São João del-Rei é a mais antiga do Brasil em operação. Ela foi inaugurada por Dom Pedro II em 28 de agosto de 1881. Durante as viagens às margens do Complexo da Serra de São José, os turistas se encantam  comuma rica diversidade ecológica e belíssimas paisagens que ainda preservam a arquitetura do século XIX. 

Trens da Serra do Mar e da República possuem vagão pet

O trem da Serra do Mar, eleito um dos mais belos do mundo , gerenciado pela A Serra Verde Express, inaugurou em 2020 o primeiro vagão de luxo e pet friendly do Brasil. 

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O projeto do vagão é assinado pela arquiteta Lucille Amaral. A estrutura permite que os animais fiquem fora das caixas de transporte e conta também com poltronas exclusivas para eles. Os assentos pets tem tecido impermeável e cinto de segurança. O piso é emborrachado e poroso para que os bichinhos possam se movimentar com segurança durante o passeio.



Além disso, no centro do vagão, uma varanda panorâmica oferece espaço com tapetes higiênicos e potes com água para que os animais possam se refrescar durante a viagem e não fiquem restritos apenas a área interna.

41 pontes e 13 túneis

O trem da Serra do Mar parte de Curitiba e vai até Morretes num total de 70 km.  No trajeto o trem passa por 41 pontes, 13 túneis, e seu ponto mais alto está a 952 metros de altitude. O trem cicula nos finais de semana e feriados.  

O Trem da República, que também é gerenciado pela Serra Verde Express, também tem um vagão exclusivo para os pets. Inaugurado em 2020, o trem percorre 7,6 km entre as cidades de Itu e Salta. A circulação também é nos finais de semana e nos feriados.

O dono do animal precisa pagar uma taxa de R$ 30 para viajar com o pet no trem da República e da Serra do Mar. Uma das regras para o embarque é a apresentação da carteira de vacinação do animal comprovando a imunização antirrábica há mais de 30 dias. É exigido  ainda um laudo assinado por veterinário autorizando o passeio. Esse laudo tem que ser emitido 15 dias antes da data de embarque.




Fonte: Turismo

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Turismo

Do doce de cacto ao tucupi negro: Salão do Turismo transforma Fortaleza em uma viagem pelos sabores do Brasil

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Quem visitou o Salão do Turismo, em Fortaleza, conseguiu viajar pelo Brasil sem sair do Centro de Eventos do Ceará. Bastava seguir o cheiro do café do Espírito Santo, experimentar um doce de cacto da Paraíba, provar uma geleia de torresmo de Santa Catarina ou descobrir aromas amazônicos no estande do Amapá. Ao longo dos três dias de evento, a gastronomia virou uma das principais experiências do Salão.

Realizado pelo Ministério do Turismo (MTur), pela primeira vez no Nordeste, o evento reuniu os 26 estados e o Distrito Federal em uma programação que conectou turismo, cultura, artesanato e sabores regionais.

Sabores com histórias

No estande da Paraíba, um dos produtos que mais despertou curiosidade foi o doce de palma, preparado a partir do cacto usado tradicionalmente na alimentação animal no sertão. Na culinária local, o ingrediente ganhou coco e virou sobremesa típica.

“É algo surpreendente pra quem prova pela primeira vez”, contou José Orlando, interlocutor de turismo de São José de Princesa. O município também apresentou trilhas, restaurantes típicos e experiências ligadas ao turismo rural e quilombola.

No espaço do Amapá, a proposta foi apresentar a chamada “culinária do meio do mundo”, marcada por ingredientes amazônicos e técnicas tradicionais da região. Entre os destaques estavam sobremesas feitas com cumaru, conhecido como a “baunilha da Amazônia”, além de pratos elaborados com tucupi negro, peixes regionais e castanha-do-brasil.

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“A floresta nos dá aromas, sabores e cores únicos. A gente trabalha com produtos da região e valoriza técnicas locais”, explicou Sandro Belo, presidente da Abrasel, no Amapá.

Já Santa Catarina apostou em produtos típicos do Vale Europeu, como bala de banana, geleias artesanais, salames italianos e até uma geleia feita à base de torresmo moído, tradição ligada à imigração europeia e à agricultura familiar do estado.

Vitrine nacional para pequenos produtores

No Armazém da Agricultura Familiar, pequenos produtores, de diferentes regiões do país, apresentaram doces, pimentas, queijos, molhos artesanais, cachaças e produtos típicos do Cerrado e do sertão nordestino.

Do Ceará, Katiuce Guerreiro levou produtos de um grupo que trabalha com turismo de base comunitária e sítios arqueológicos. “Quando a gente participa de um evento desse tamanho, o produto deixa de ser conhecido só localmente e passa a ter visibilidade nacional”, afirmou.

Já a Cooperativa Floryá, de Goiás, chamou atenção por causa dos sabores do Cerrado, como molhos artesanais, pastas de baru, mel de flor de laranjeira, cachaças e produtos feitos a partir de ingredientes típicos da região. 

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A história das produtoras também se destacou: formada exclusivamente por mulheres, a iniciativa nasceu durante a pandemia, quando agricultoras da região passaram a enfrentar dificuldades para comercializar os alimentos.

“A gente começou com um delivery de cestas básicas porque tinha produção parada e famílias passando necessidade. Depois, as mulheres perceberam que podiam produzir, vender e conquistar independência financeira”, contou Ana Caroline, gerente de projetos de inclusão da cooperativa.

Salão do Turismo

Realizado pela primeira vez no Nordeste, em Fortaleza, o 10º Salão do Turismo reuniu representantes dos 26 estados e do Distrito Federal em uma programação voltada à promoção de destinos, experiências e negócios. Ao longo de três dias, o evento promoveu palestras, rodadas de negócios, apresentações culturais, espaços gastronômicos e exposições de artesanato, além de debates sobre inovação, sustentabilidade, conectividade aérea, turismo de base comunitária e estratégias para o setor. 

A edição também marcou o fortalecimento das políticas de incentivo ao turismo interno e da integração entre poder público, iniciativa privada e comunidades locais, reforçando o papel do turismo como motor de desenvolvimento econômico, geração de emprego e valorização da diversidade brasileira.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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