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Saiba a diferença de um voo direto, com escala e de conexão

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Na hora de planejar uma viagem, é importante verificar o tempo de espera de um voo para o outro. Essas informações estão disponíveis no momento da compra das passagens aéreas. As empresas são obrigadas a informar se o voo é direto, com escala ou de conexão.

Neste post, você saberá a diferença destes 3 tipos de viagens. O voo direto é o mais procurado pelos viajantes, evitando horas de espera ou troca de um avião para outro. Quando o voo é com escala, o tempo de espera é menor. Na maioria das vezes, a mesma aeronave realiza o segundo trajeto.

É durante a escala que os tripulantes e a equipe de solo aproveitam para reabastecer os suprimentos ou querosene da aeronave. Não é permitido desembarcar do avião. É neste momento que você deve ficar atento para a sua babagem de mão não ser levada por engano por outra pessoa.

Viagem longa

Um voo com conexão é quando o passageiro precisa trocar de avião durante sua viagem, mas também pode envolver uma mudança de companhia aérea ou até aeroporto. O tempo da conexão pode variar de algumas horas a um dia inteiro, dependendo da programação de cada companhia aérea.

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Também pode ser obrigatório passar pela segurança novamente e aguardar o próximo voo. Por exemplo, algumas empresas aéreas vendem passagens com chegada pelo Aeroporto de Congonhas, mas o voo com conexão é pelo Aeroporto de Guarulhos. Neste caso, a despesa de transporte entre os dois aeroportos é por conta do passageiro.

Economia de até 30%

Uma das vantagens de voos com conexão que atrai passageiros é a economia na compra das passagens aéreas. Um voo com conexão pode ser até 30% mais barato do que viagens com escala ou voos diretos. 

Outra vantagem de voos com conexão é justamente devido ao longo tempo de viagem. Algumas companhias permitem que o passageiro saia do aeroporto para explorar as imediações da cidade durante o processo. 

Quando o voo de conexão tem um um intervalo de mais de 12 horas para o segundo embarque, o passageiro pode conhecer outra cidade. Isso é possível em um voo da Copa Airlines do Brasil para o Estados Unidos, por exemplo. Na Cidade do Panamá, onde funciona o hub (centro de distribuição dos voos) da Copa Airlines, o passageiro pode desembarcar para conhecer a capital panamenha.



Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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