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Campanha do MPMT estimula doação de sangue pela primeira vez

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A promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia e os colaboradores terceirizados Jakssom Sacamoto e Deborah Cristina Souza de Oliveira doaram sangue pela primeira vez nesta quarta-feira (30), durante a campanha promovida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) em parceria com o MT Hemocentro. A instalação de um ponto de coleta no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça possibilitou que muitas pessoas contribuíssem com o estoque do banco de sangue público, que se encontra em estado de atenção para os tipos O- e O+, e de alerta para o tipo A-, conforme atualização em 28 de abril (veja aqui). A iniciativa foi realizada pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho do Ministério Público de Mato Grosso – Vida Plena. Participaram da campanha membros e servidores do MPMT e de outros órgãos públicos localizados na região do Centro Político Administrativo (CPA). “Ao promovermos essa campanha, demos a oportunidade aos integrantes da instituição e demais servidores do Centro Político de colaborarem com essa causa tão importante. Doar sangue é doar vida!”, defendeu a coordenadora do Vida Plena, promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia. Segundo ela, a ação se repetirá a cada três meses.O técnico administrativo Anderson Matos, do Departamento Financeiro (Defin) do MPMT, estava há três anos sem doar sangue e aproveitou a ação. “Facilita bastante o fato de o MT Hemocentro vir até aqui, embora isso não seja uma justificativa para ficarmos tanto tempo sem doar. Saber que vidas podem ser salvas com essa atitude é extremamente gratificante”, disse.Os colaboradores terceirizados Jakssom Sacamoto e Deborah de Oliveira, que doaram sangue pela primeira vez, revelaram a importância do ponto de coleta no MPMT. “Foi uma experiência legal. Sempre quis ser doador, mas nunca consegui ir ao MT Hemocentro. Quando vi o convite da doutora Gileade no Instagram, pensei: vou lá tentar fazer a minha carteirinha”, contou Jakssom. “Foi muito mais tranquilo do que eu imaginava, pois estava com bastante medo. Agora vejo o quanto é gratificante poder ajudar alguém”, acrescentou Deborah.De acordo com o Ministério da Saúde, cada doação de sangue pode salvar até quatro vidas, porque o sangue doado é separado em diferentes componentes (como hemácias, plaquetas, plasma e outros), e assim pode beneficiar mais de um paciente com apenas uma unidade coletada. Os componentes são utilizados para atendimentos de urgência, a realização de cirurgias eletivas de grande porte e o tratamento de pessoas com doenças crônicas, tais como doença falciforme e talassemia, e doenças oncológicas variadas que necessitam de transfusão frequentemente.Saiba mais aqui.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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