Mato Grosso

Bombeiros capturam abelhas e resgatam gato preso em árvore de cinco metros

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu, nesta semana, duas ocorrências envolvendo o resgate de animais em situações inusitadas nas cidades de Campo Verde (a 131 km de Cuiabá) e Primavera do Leste (a 238 km de Cuiabá).

Na segunda-feira (12.5) por volta das 18h30, a equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiros Militar (11ª CIBM) foi acionada para uma captura de abelhas na empresa localizada na zona rural de Campo Verde, sentido a Cuiabá. Devido ao grande fluxo de funcionários no local, foi realizada a captura dos insetos para evitar riscos à saúde dos trabalhadores.

Com o auxílio do apicultor, a equipe conseguiu retirar os enxames com segurança, aproveitando que os insetos se encontravam calmos. Finalizada a operação, os bombeiros militares orientaram os funcionários sobre as medidas de prevenção contra os insetos.

Já na terça-feira (13.5), em Primavera do Leste, os bombeiros militares da 6ª Companhia Independente Bombeiros Militar (6ª CIBM) foram acionados via 193 para o resgate de um gato que havia subido em uma palmeira de aproximadamente cinco metros de altura e não conseguia descer.

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Utilizando uma escada prolongável, os militares conseguiram acessar o local e retirar o animal em segurança. O gato foi devolvido à sua dona sob aplausos de moradores que acompanhavam o resgate, demonstrando reconhecimento pelo trabalho da corporação.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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