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5 museus gratuitos para visitar em Tóquio

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5 museus gratuitos em Tóquio para conhecer
Foto: Reprodução/Time Out

5 museus gratuitos em Tóquio para conhecer

Atividades culturais, como ir ao cinema, museus e parques, são adoradas por muitas pessoas: desde os moradores de uma cidade até os turistas que estão de passagem pelo local. E quando não precisa desembolsar dinheiro pela diversão, é melhor ainda, não é mesmo?

Se você está de passagem por Tóquio, ou pensa em desenbarcar no país, vai gostar dessa dica. O iG Turismo selecionou 5 museus gratuitos para visitar no Japão. Confira a lista abaixo:

Anime Tokyo Station

Anime Tokyo Station
Foto: Anime Tokyo Station/Time Out

Anime Tokyo Station

O lugar perfeito para aqueles que são fãs da animação japonesa, o Anime Tokyo Station é para todas as idades. No local, crianças, adultos e pessoas do mundo inteiro podem ter mais conhecimento a respeito das produções animadas.

Meiji University Museum

Meiji University Museum
Foto: Meiji University Museum/Time Out

Meiji University Museum

No Meiji University Museum,  há três grandes seções para acompanhar, divididas entre mercadorias, materiais criminais e arqueologia. No ponto turístico, objetos de cerâmica e trabalhos como bambu são apresentados para o público. 

Além disso, há também artefatos de tortura que foram usados na segunda metade do século XVIII.

Intermediatheque

Intermediatheque
Foto: Intermediatheque/Time Out

Intermediatheque

Livre para conhecer sem qualquer tipo de roteiro previamente definido, a atração é marcada por obras que representam diversas áreas de estudo, como a arqueologia, biologia e matemática. Além disso, as esculturas presentes também fazem referências à arte moderna e à paleontologia. 

Tokyo Metropolitan Waterworks Science Museum

Tokyo Metropolitan Waterworks Science Museum
Foto: Tokyo Metropolitan Waterworks Science Museum/Time Out

Tokyo Metropolitan Waterworks Science Museum

Uma boa opção para estudar a respeito da água, uma das substâncias fundamentais para a ser humano. No museu interativo, a atração detalha a sua origem com um olhar científico. 

The Ad Museum Tokyo

The Ad Museum Tokyo
Foto: The Ad Museum Tokyo/Time Out

The Ad Museum Tokyo

Único museu focado em publicidade, o The Ad Museum Tokyo  possui em seu acervo  cerca de 320.000 pôsteres, vídeos e materiais que representam as diversas perspectivas dessa área da comunicação ao redor do mundo. 



Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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