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Corinthians empata com o Vitória sob olhares de Carlo Ancelotti

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Na noite deste domingo, o Corinthians decepcionou a torcida ao empatar sem gols com o Vitória na Neo Química Arena, mesmo sob os atentos olhares de Carlo Ancelotti. O resultado mantém a equipe distante do cobiçado G6 do Campeonato Brasileiro.

Com a chance de entrar no G6, o time de Dorival Júnior precisava da vitória, mas caiu para a 11ª posição, com 15 pontos. O Vitória, por sua vez, somou dez pontos, saindo da zona de rebaixamento.

O Jogo

O Corinthians começou pressionando, incentivado pela torcida. Logo no primeiro minuto, Talles Magno foi derrubado na área, mas o árbitro não marcou pênalti. Aos 19 minutos, Memphis Depay quase abriu o placar, mas foi parado por uma grande defesa de Lucas Arcanjo.

O Vitória não se intimidou e levou perigo aos 38 minutos, quando Renato Kayzer fez Hugo Souza trabalhar com uma boa defesa.

No segundo tempo, o Timão teve boas chances, mas a bola teimou em não entrar. Talles Magno acertou a trave aos 16 minutos, em lance já anulado. Aos 19, Martínez quase marcou em um chute cruzado.

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A equipe mandante se expôs ao se lançar ao ataque, e o Vitória quase marcou em contra-ataque com Renato Kayzer, que exigiu grande defesa de Hugo. O Corinthians insistiu até o final, mas Garro e Romero não conseguiram marcar.

Reação da torcida

O empate, que deixou o Corinthians sob vaias e protestos, mostra a necessidade de ajustes para alcançar as posições desejadas na tabela. A presença do renomado Ancelotti adicionou um toque especial à noite, apesar do resultado frustrante para os torcedores alvinegros.

Próximos compromissos

O Corinthians volta a campo daqui a 11 dias, em 12 de junho, contra o Grêmio, em Porto Alegre, às 20h. Este confronto será o último antes da pausa para o Mundial de Clubes da Fifa. O Vitória enfrentará o Cruzeiro no mesmo dia, às 19h, no Barradão, em Salvador.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 0 X 0 VITÓRIA

Local: Neo Química Arena, em São Paulo (SP)
Data: 01/06/2025
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Fernanda Nandrea Gomes Antunes (MG)
VAR: Caio Max Augusto Vieira (GO)
Cartões amarelos: Lucas Arcanjo, Lucas Halter, Janderson, Thiago Carpini e Ricardo Ryller (Vitória); André Ramalho e Garro (Corinthians)
Público: 44.579 torcedores
Renda: R$ 3.062.595,70

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CORINTHIANS: Hugo Souza; Matheuzinho, André Ramalho, Cacá e Matheus Bidu; Raniele (José Martínez), Maycon e Breno Bidon (Ryan); Talles Magno (Romero), Memphis Depay (Gui Negão) e Héctor Hernández (Rodrigo Garro).
Técnico: Dorival Júnior

VITÓRIA: Lucas Arcanjo; Edu, Lucas Halter e Zé Marcos; Claudinho (Ricardo Ryller), Baralhas, Ronald e Jamerson; Lucas Braga (Gustavo Silva), Janderson (Fabri) e Renato Kayzer. Técnico: Thiago Carpini

Fonte: Esportes

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Alisson iguala marca histórica de Gylmar e Taffarel ao iniciar sua terceira Copa como titular

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Ser titular da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo da FIFA é para poucos. Entre os goleiros, apenas dois conseguiram a façanha: Gylmar, em 1958, 1962 e 1966, e Taffarel, nas edições de 1990, 1994 e 1998.

A partir do sábado (13), contra Marrocos, as duas lendas terão a companhia de um novo integrante no clube: Alisson Becker.

Titular absoluto da Seleção na última década, o goleiro do Liverpool chega a seu terceiro mundial, após participações em 2018 e 2022. Nas duas Copas do Mundo da FIFA anteriores, ele disputou nove jogos — ficou no banco apenas uma vez, contra Camarões, no Catar, quando Tite fez um rodízio em sua escalação.

O feito de Alisson é histórico e vem acompanhado de dois desafios: o primeiro é superar uma temporada em que sofreu quatro lesões. O segundo é igualar outro feito de Gylmar e Taffarel: os dois conquistaram o título da Copa do Mundo da FIFA.

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Gylmar dos Santos Neves, ídolo do Santos e do Corinthians, foi campeão mundial em 1958 e 1962, jogando todos os jogos das duas campanhas. Em 1966, ele esteve nas duas primeiras partidas, mas foi substituído por Manga na derrota para Portugal, que eliminou a seleção ainda na fase de grupos.

Taffarel, por sua vez, consagrou-se com o tetracampeonato em 1994, disputando todos os minutos das sete partidas. Ele virou herói nacional na final contra a Itália, ao defender a cobrança de Daniele Massaro na disputa por pênaltis, vencida por 3 a 2.

Brazil's Taffarel and Alisson on November 28, 2022. (Photo by IMAGO / PA Images)

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O ídolo como treinador

Alisson chega ao momento especial na carreira caminhando lado a lado de Taffarel, uma das lendas que ele iguala em sua terceira Copa do Mundo da FIFA. O ídolo do tetra hoje é o treinador de goleiros da seleção e trabalha diariamente com o camisa 1.

Taffarel é, também, a maior referência de Alisson. No projeto “Cartas que Unem”, da FIFA, o atual goleiro da Seleçãorecebeu uma mensagem de seu irmão, Muriel Becker, que lembra as aventuras dos irmãos na infância.

Na carta, Muriel cita o ídolo em memórias sobre as Copas de 1994 e 1998 e presenteia Alisson com uma camisa de goleiro, como a que Taffarel usou nos Estados Unidos.

Brazil's goalkeepers Alisson (L), Ederson (C) and Weverton (R) on January 29, 2022. (Photo by DOUGLAS MAGNO / AFP via Getty Images)

Temporada difícil

A presença de Taffarel é importante para Alisson no dia a dia, pela confiança que há entre ambos. Eles já trabalharam juntos no Liverpool, entre 2021 e 2025, além de quase uma década de parceria na seleção.

Além de questões técnicas nos treinamentos, Taffarel deu a Alisson a segurança de que ele teria seu espaço na seleção quando estivesse fisicamente bem. Esse apoio foi importante sobretudo na temporada 2025-26, quando o goleiro teve três lesões, a mais grave delas na coxa direita.

O problema físico tirou Alisson dos gramados por dois meses, entre março e maio deste ano. Ele só voltou a campo pelo Liverpool na última rodada da Premier League. Mas, na seleção, o clima nunca foi de corrida contra o tempo: a comissão técnica sempre esperou pelo seu titular.

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“Temos uma boa relação. Antes de ser o treinador de goleiro dele no Liverpool há alguns anos, temos uma amizade muito boa. Sabemos da qualidade e do potencial dele, tanto dentro como fora de campo. É um líder com otimismo e vontade de vencer muito grande”, disse Taffarel à FIFA.

MORRISTOWN, NEW JERSEY - JUNE 04: Alisson #1of Brazil poses for a portrait during the official FIFA World Cup 2026 portrait session on June 04, 2026 in Morristown, New Jersey. (Photo by Sarah Stier - FIFA/FIFA via Getty Images)

Subindo no ranking

Em sua terceira Copa do Mundo como titular da seleção brasileira, Alisson também deve ganhar posições na lista de goleiros brasileiros com mais jogos disputados no torneio.

Ele chega ao evento com 9 jogos disputados (são cinco em 2018, e quatro em 2022) e ocupa a quinta posição no ranking histórico. À sua frente, o gaúcho tem Taffarel (18 jogos), Gylmar (14) e Leão (14) e Júlio César (12).

Caso dispute as três partidas na fase de grupos, Alisson empatará com o ex-goleiro do Flamengo e da Internazionale. Caso a Seleção fique entre as quatro primeiras colocadas, serão oito jogos disputados — assim, o camisa 1 poderia chegar a 17 partidas, transformando-se no vice-líder da estatística.

Fonte: Esportes

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