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Programa da Faep incentiva uso do etanol para reduzir emissão de gases

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No Paraná, o setor agropecuário ganhou uma iniciativa que visa unir sustentabilidade e produtividade. O programa “Movido pelo Agro”, promovido pelo Sistema FAEP — a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, que representa e defende os interesses dos produtores rurais no estado — tem como objetivo estimular o uso do etanol como combustível, uma alternativa limpa e renovável.

O etanol utilizado na região é produzido principalmente a partir da cana-de-açúcar e do milho, culturas tradicionais do Paraná que movimentam a economia local e geram mais de 30 mil empregos diretos. Ao substituir a gasolina pelo etanol, o programa contribui para a redução de gases do efeito estufa, que são responsáveis pelo aquecimento global.

Estudos indicam que o etanol reduz em até 89% a emissão de gases como dióxido de carbono, metano e óxido nitroso, quando comparado à gasolina. Além disso, ele melhora a performance dos motores devido à sua maior octanagem, o que garante maior resistência à detonação.

A campanha envolve também a frota de veículos da Federação da Agricultura do Paraná, que já roda exclusivamente com etanol, percorrendo cerca de 56 mil quilômetros por mês. A ação serve para mostrar na prática o compromisso do setor com a sustentabilidade e com a inovação no campo.

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O programa “Movido pelo Agro” não é exclusividade do Paraná. Outras federações agrícolas de estados como Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais também aderiram à iniciativa, reforçando um movimento nacional para fortalecer a produção sustentável e a redução dos impactos ambientais no agro.

Assim, o “Movido pelo Agro” reforça o protagonismo dos produtores rurais na busca por práticas que aliem desenvolvimento econômico e preservação do meio ambiente, mostrando que é possível produzir mais e melhor, cuidando do planeta.

Fonte: Pensar Agro

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Retomada histórica da participação social no setor da Aquicultura e Pesca no Distrito Federal

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, esteve presente nesta sexta-feira (19), na etapa brasiliense da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca (CNAP), realizada em Brasília, no auditório da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF). A conferência contou com as presenças de representantes dos setores da Pesca e Aquicultura, de órgãos públicos, empresários e pescadores artesanais.

Em seu discurso, o ministro Edipo Araujo destacou a pluralidade de atores sociais envolvidos nas discussões sobre a Pesca e Aquicultura no Distrito Federal. “Os temas apresentados na conferência são necessários para o Distrito Federal e para o país. O Governo do Brasil e o MPA não se distanciaram dos pescadores e aquicultores da região, e investimos mais de R$ 2 milhões para fortalecer empreendimentos, com assistência técnica, parcerias com o SENAR, o curso de multiplicadores aquícolas, entre outras ações”, afirmou.

O representante dos aquicultores, Ivan Engler, salientou o desafio da organização da cadeia produtiva na região. “Precisamos discutir neste espaço o avanço de políticas públicas que consigam atingir diretamente a aquicultura e a economia dos produtores, em especial a produção de tilápias”, frisou.

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A pescadora do Lago Paranoá, Sebastiana de Almeida, apresentou a realidade da pesca artesanal. “Enfrentamos desafios na pesca no lago e estamos aqui para entender e contribuir para a preservação da pesca artesanal no Paranoá”, disse.

A 4ª Conferência Nacional da Aquicultura e Pesca (CNAP) representa uma retomada histórica, uma vez que a última edição ocorreu em 2009. A realização da CNAP reforça a importância da participação social no setor de Pesca e Aquicultura, colocando em prática o parágrafo único do artigo 193 da Constituição Federal: “O Estado exercerá a função de planejamento das políticas sociais, assegurada, na forma da lei, a participação da sociedade nos processos de formulação, monitoramento, controle e avaliação dessas políticas”.

A etapa nacional acontecerá de 11 a 13 de novembro de 2026, em Brasília (DF), e tem como tema: “De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional”. Com a realização das conferências, o Governo do Brasil reafirma o compromisso com a participação social para a melhoria do setor aquícola e pesqueiro.

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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