Policia Federal

PF deflagra operação para combater a extração ilegal de recursos minerais em Rondônia

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Vilhena/RO. Nesta terça-feira (24/6), a Polícia Federal deflagrou a Operação Harena para combater a prática de extração ilegal de areia, cascalho e outros recursos minerais sem autorização dos órgãos competentes, em Rondônia. Nas diligências foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara Federal da Subseção Judiciária de Vilhena/RO.

As investigações tiveram início a partir de fiscalização realizada pela Agência Nacional de Mineração (ANM), quando foram identificadas duas áreas distintas onde empresas realizavam extração ilegal de areia, cascalho e saibro sem a obtenção do necessário Registro de Licença outorgado pela ANM.

Na ocasião, a ANM emitiu Autos de Paralisação determinando a interrupção imediata das atividades de extração mineral. Posteriormente, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) constatou que, apesar das ordens de paralisação, a extração ilegal continuava em ambas as áreas, resultando na lavratura de Autos de Infração e Termos de Embargo.

Diante dos fatos, as investigações prosseguirão para identificar reiterar provas e tomar as providências cabíveis.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
 (69) 3216-6242

 

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF investiga coação a testemunhas de processo criminal em curso

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Governador Valadares/MG. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (14/7), a Operação Soteria, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a ameaças e intimidações dirigidas a testemunhas, vítimas e denunciantes vinculados a processo criminal em curso.

Na ação, foram cumpridos três mandados judiciais de busca e apreensão e dois mandados judiciais de prisão preventiva, expedidos pelo Juízo de Garantias da Primeira Vara Federal Criminal de Montes Claros, contra investigados que já figuram como réus em outra ação penal, na qual respondem, em tese, pela prática do crime de promoção de migração ilegal. Houve apreensão de aparelhos de telefone celular e documentos, que serão analisados.

Os investigados foram presos em fevereiro de 2026, no âmbito de investigação anterior, e, posteriormente, tiveram a liberdade provisória concedida mediante imposição de medidas cautelares. Após a soltura, ambos os investigados teriam passado a ameaçar testemunhas e denunciantes relacionados à persecução penal. As investigações apontam que as condutas teriam sido praticadas com o objetivo de constranger pessoas envolvidas no processo criminal.

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Os suspeitos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de coação no curso do processo e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
E-mail: [email protected]
Contato: (31) 3168-6342

Fonte: Polícia Federal

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