Cuiabá

Feira Mãos Cuiabanas: edição junina tem comida típica, artesanato e pescaria solidária

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SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá
A quarta edição da Feira Mãos Cuiabanas contou com um diferencial: uma versão junina do evento já recorrente da Câmara Municipal de Cuiabá. Nesta terça-feira (24), a Praça Moreira Cabral recebeu cerca de 40 expositores que trouxeram consigo a comida típica cuiabana, variados doces juninos, artesanato, produtos feitos à mão, muita música, entre outros.&nbsp
Maíra Scardelai, coordenadora da Sala da Mulher do Legislativo cuiabano e parte da equipe de organização da feira, relatou a vontade de realizar a edição junina como uma forma de levar a população e aos servidores da Casa o clima tão especial dessa época do ano.
“A gente quis fazer, no dia de São João, uma edição especial de festa junina, para comemorar esse mês. E também fechamos este semestre com chave de ouro, porque além de todos os expositores a gente teve também atrações”, comentou.&nbsp
A presidente da Casa, vereadora Paula Calil (PL), apontou que o objetivo da feira é incentivar o empreendedorismo cuiabano e aproveitar o mês de junho, onde culturalmente são consumidos mais alimentos típicos. Outra novidade foi a pescaria solidária, onde todo o dinheiro arrecadado vai ser destinado a compra de leite para doação.
Os demais parlamentares também marcaram presença na feira após a finalização da Sessão Ordinária.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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