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Produtores de leite em Sergipe discutirão custos da produção

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Nesta terça e quarta-feira, dias 15 e 16 de julho, produtores de leite em Sergipe participam de encontros presenciais voltados ao levantamento detalhado dos custos da atividade leiteira no estado. As reuniões fazem parte do projeto nacional Campo Futuro e ocorrem nos escritórios do Sebrae em Nossa Senhora da Glória e em Lagarto, distantes 115 km e 75 km, respectivamente da capital, Aracaju.

Com presença de técnicos especializados e representantes do setor agropecuário, os encontros têm como foco principal identificar, com base na experiência dos próprios produtores, os principais gargalos econômicos que afetam a rentabilidade da produção de leite na região.

Na prática, o levantamento inclui desde os custos com insumos e alimentação do rebanho até despesas com mão de obra e manejo. As informações serão analisadas em painéis técnicos e posteriormente consolidadas para apoiar políticas públicas e programas de assistência ao setor.

A proposta é aproximar a gestão do produtor rural da realidade financeira da sua propriedade, oferecendo dados concretos para decisões mais eficientes. Segundo os organizadores, o desconhecimento sobre os custos reais da produção ainda é um obstáculo para boa parte dos pequenos e médios produtores, que operam com margens cada vez mais apertadas.

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O leite, um dos pilares da economia agrícola do interior sergipano, enfrenta desafios crescentes em razão do aumento nos preços dos insumos e da concorrência com grandes bacias leiteiras de outros estados. Iniciativas como essa visam oferecer ferramentas práticas para que o produtor consiga se manter competitivo, mesmo em cenários adversos.

Além de mapear os custos, o evento propõe um espaço de troca entre produtores e técnicos, incentivando o compartilhamento de soluções adotadas no campo. A participação é gratuita e aberta a produtores, trabalhadores rurais e profissionais da cadeia produtiva do leite.

Os dados coletados serão posteriormente utilizados para traçar um diagnóstico regional e nacional da atividade, ajudando a orientar investimentos, políticas de crédito rural e ações de assistência técnica. Em um setor onde o planejamento é fundamental para a sustentabilidade, compreender com precisão o custo do litro de leite pode ser a chave para manter a atividade ativa e viável no médio prazo.

Fonte: Pensar Agro

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MMA recebe alunos de escola premiada por promover educação oceânica e sustentabilidade

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O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, recepcionou, na última quinta-feira (14/5), estudantes da escola Eliezer Max, do Rio de Janeiro (RJ). A instituição foi premiada pelo programa Escola Azul, destinado a promover a educação oceânica e sustentabilidade. 

Cerca de 40 estudantes visitaram a sede do ministério e tiveram a oportunidade de fazer perguntas para o ministro. Entre os temas escolhidos para a conversa, está a produção de energia sustentável.

“O Brasil tem uma política muito avançada de renováveis, o crescimento de energia solar e eólica é muito grande. Hoje somos um país que tem a matriz de energia elétrica quase toda renovável, cerca de 90%”, destacou Capobianco.

A conservação do oceano e dos rios também foi discutida no encontro. “O papel do ministério é regular e definir os parâmetros de proteção”, explicou o ministro, destacando a atuação integrada das secretarias nacionais de Mudança do Clima (SMC) e de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental (SQA). 

Valorização do oceano

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O secretário nacional de Mudança do Clima, Alosio Melo, e a diretora do Departamento de Oceano e Gestão Costeira, Ana Paula Prates, também participaram do encontro.

Eles apresentaram aos estudantes as políticas públicas que o Governo do Brasil implementa para defender o oceano. Entre elas, o Programa Nacional de Conservação e Uso Sustentável dos Manguezais do Brasil (ProManguezal), o Planejamento Espacial Marinho (PEM), a Estratégia Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável dos Recifes de Coral (ProCoral), a Estratégia Nacional Oceano sem Plástico e o Plano Temático de Adaptação de Oceano e Zona Costeira, que integra o Plano Clima, o principal instrumento de planejamento para enfrentamento à crise climática no país até 2035.

“A água do nosso corpo é muito parecida com a que está no mar. A gente se parece muito com o nosso planeta Terra”, refletiu Ana Paula, chamando a atenção dos estudantes para a nossa conexão com o planeta.

Programa Escola Azul

A escola visitante foi premiada com o Selo Escola Azul, destinado às instituições que promovem a educação sobre o oceano e a sustentabilidade. A premiação está vinculada ao projeto Escola Azul, que busca a valorização da Cultura Oceânica entre os estudantes, despertando a conscientização sobre a importância dos ecossistemas aquáticos e a necessidade de sua preservação. 

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A instituição de ensino possui parceria com o Instituto Brasileiro de Biodiversidade (BrBio) para realizar projetos de iniciação científica com ações concretas de conservação ambiental, preparando os alunos para enfrentar os desafios da emergência climática e impulsionar a sustentabilidade marinha.

O programa é coordenado pelo projeto de extensão Maré de Ciência, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e realizado em cooperação com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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