Mato Grosso

Trecho da Miguel Sutil é interditado por questões de segurança

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informa que, a partir desta segunda-feira (28.7), será necessário interditar um trecho da Avenida Miguel Sutil, próximo à entrada do bairro Jardim Leblon, por medida preventiva de segurança.

A interdição ocorre na pista sentido Rodoviária–Coxipó, ao lado da obra da nova trincheira que está sendo executada no acesso à Rua Boa Vista. Com o avanço das escavações e o tráfego intenso de veículos muito próximo ao corte da nova trincheira, foram identificados indícios de movimentação do solo e do pavimento. Para evitar qualquer risco de desmoronamento, a medida de interdição foi adotada de forma emergencial.

Como ação preventiva, o consórcio responsável pela obra instalou uma estrutura de contenção provisória para reduzir a pressão sobre o terreno. Contudo, a liberação da pista dependerá da conclusão do remanejamento da rede de energia elétrica pela concessionária responsável. Essa ação é fundamental para permitir o alargamento da pista e o afastamento seguro do tráfego em relação à área escavada.

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Enquanto durar a interdição, o trânsito será desviado por rotas alternativas dentro do bairro Areão. A principal rota de desvio será pela Rua Amaral Moreira, ao lado do Ministério da Adoração para as Nações, seguindo até a Avenida Ministro Fernando Costa. Em seguida, os motoristas deverão acessar à direita a Rua Dr. Euricles Mota e sair na Rua 1, entre as Lojas G e a concessionária Gramarca.

Outra opção de desvio é o acesso pela Rua Boa Vista, ao lado da Carajás Pneus, com continuação até a Rua Ministro Fernando Costa.


Ainda não há data para o fim da interdição, que permanecerá até que seja possível retornar o trânsito com segurança.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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