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Selo ESG do Ministério de Portos e Aeroportos atrai 63 empresas e avança com orientações técnicas às participantes

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Empresas participantes do Pacto pela Sustentabilidade, iniciativa lançada neste ano pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), participaram nesta quarta-feira (6) de um workshop técnico para alinhar diretrizes e esclarecer dúvidas sobre o preenchimento do plano de ação exigido para obtenção do selo ESG, sigla em inglês para critérios ambientais, sociais e de governança. O evento, realizado em formato híbrido, reuniu cerca de 70 representantes on-line e parte presencialmente.

Durante a abertura, a diretora de Sustentabilidade do MPor, Larissa Amorim, afirmou que “esta é a primeira vez que o ministério desenvolve uma iniciativa como essa, construída de forma voluntária e em diálogo direto com as empresas”. Larissa destacou que o selo representa um instrumento estratégico de indução de boas práticas no setor de infraestrutura, com potencial para impulsionar a transição ecológica na logística brasileira.

O workshop contou também com a presença do superintendente de Gestão Ambiental e Territorial da INFRA S.A., Bruno Marques. “As questões de sustentabilidade estão sendo cada vez mais cobradas pela sociedade, e o selo representa uma oportunidade concreta de ganho reputacional para as empresas, além do reconhecimento público”, afirmou.

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A apresentação técnica foi conduzida pela coordenadora-geral de Sustentabilidade do MPor, Rafaela Gomes. Ao final, os participantes puderam tirar dúvidas diretamente com a equipe do ministério, em atendimento individualizado.

Instituído pela Portaria nº 58/2025, o Pacto pela Sustentabilidade faz parte da política ambiental do ministério e tem como objetivo incentivar práticas de responsabilidade socioambiental e de governança nos setores portuário, aeroportuário e hidroviário, alinhadas à Agenda 2030 da ONU e aos compromissos do Brasil com a redução das emissões de gases de efeito estufa.

Etapas e prazos do processo

O processo de adesão ao selo envolve duas etapas principais. A primeira é o envio de uma planilha inicial até 29 de agosto, com o detalhamento das ações previstas pelas empresas, incluindo entregáveis e metas. O prazo foi estendido para contemplar participantes que enfrentaram dificuldades no preenchimento.

Na segunda etapa, até 1º de outubro, as empresas deverão apresentar um relatório consolidado, com informações sobre o grau de cumprimento das metas. De acordo com a equipe técnica do ministério, cada ação proposta deve estar associada a uma meta mensurável, que pode ser expressa em percentuais de avanço, marcos entregues ou partes de documentos produzidos. O atingimento dessas metas será um dos principais critérios considerados na avaliação para concessão do selo.

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A entrega oficial dos selos está prevista para novembro, durante a realização da COP30, em Belém (PA). A certificação será concedida em quatro categorias: bronze, prata, ouro e diamante, de acordo com o nível de comprometimento demonstrado pelas empresas.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Senad e Capes selecionam 24 projetos para ações de prevenção, cuidado e inclusão social

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Brasília, 18/6/2026 – A articulação entre ciência, extensão universitária e políticas públicas será ampliada com a implementação da Rede dos Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social na Política sobre Drogas (Rede Cais) Acadêmicos, linha específica do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação. A iniciativa, conduzida pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad/MJSP) em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), reunirá 24 universidades e institutos federais para desenvolver ações de inclusão social, prevenção e promoção de direitos em comunidades em situação de vulnerabilidade.

Com investimento superior a R$ 25 milhões, o programa estrutura a Rede Cais Acadêmicos, com atuação em todo o País. As instituições contempladas estão distribuídas pelas cinco regiões brasileiras, consolidando uma rede nacional voltada ao desenvolvimento de tecnologias sociais e à produção de conhecimento aplicado às realidades locais.

A ação integra a estratégia da Senad de impulsionar atividades de prevenção e cuidado, promovendo a articulação entre universidades, comunidades e serviços públicos para enfrentar desafios relacionados ao uso de álcool e outras drogas, à vulnerabilidade social e à garantia de direitos.

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Para a secretária nacional da Senad, Marta Machado, o programa representa mais um avanço na política sobre drogas no Brasil.

“Estamos falando de um investimento robusto de mais de R$ 25 milhões em ciência, pesquisa e extensão universitária. O objetivo é transformar conhecimento em novas tecnologias sociais e fortalecer a presença da política pública nos territórios mais vulnerabilizados”, ressalta.

Segundo a secretária, a rede selecionada terá alcance nacional inédito e contribuirá para ampliar o acesso a direitos fundamentais.

“Os centros vão atuar promovendo redução de riscos e danos, acolhimento, atenção psicossocial e, acima de tudo, o acesso aos direitos fundamentais. Essa é a materialização da nossa estratégia de prevenção ampliada”, afirma.

Rede nacional

Além de fomentar pesquisas e ações extensionistas, o programa busca produzir evidências e metodologias que possam subsidiar políticas públicas voltadas à prevenção, ao cuidado e à garantia de direitos de populações em situação de vulnerabilidade.

A expectativa é que a Rede Cais Acadêmicos contribua para reforçar a presença territorial das ações da Senad e aprimorar a articulação entre Governo Federal, instituições de ensino e sociedade civil, promovendo respostas mais qualificadas e integradas aos desafios sociais relacionados à política sobre drogas.

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Os projetos selecionados receberão bolsas e recursos de custeio para desenvolver as atividades previstas ao longo dos próximos anos. O resultado do edital foi divulgado em 11 de junho e está disponível aqui.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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