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Em oficina virtual, MMA valida critérios para identificar áreas prioritárias para recuperação da vegetação nativa da Amazônia

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) realizou, no dia 5 de agosto, a segunda oficina virtual sobre áreas prioritárias para recuperação da vegetação nativa na Amazônia, com foco na validação dos critérios para identificar áreas prioritárias, e na definição das áreas em si.

A iniciativa validou com representantes da academia, organizações da sociedade civil, setor público e setor privado os critérios adotados e os resultados finais do estudo que priorizou a identificação de soluções custo-efetivas para a recuperação da vegetação na Amazônia, baseado na Programação Linear Inteira (PLI).

Realizado em parceria com o Instituto Internacional para Sustentabilidade (IIS), o trabalho foi acompanhado pela Câmara Consultiva Temática de Inteligência Espacial e Monitoramento da Recuperação da Vegetação Nativa, no âmbito da Comissão Nacional para Recuperação da Vegetação Nativa (Conaveg). Até outubro de 2025, serão elaboradas análises para todos os biomas brasileiros.

Os resultados da avaliação incorporam dimensões ecológicas, sociais e econômicas da recuperação da vegetação — como conservação da biodiversidade, segurança hídrica, adaptação às mudanças do clima e viabilidade técnica e financeira. O objetivo é contribuir para uma alocação estratégica e eficaz de recursos destinados à recuperação da vegetação no país.

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“Todo esse esforço tem um propósito claro: priorizar investimentos em restauração, sejam públicos ou privados, para potencializar o valor das iniciativas no território. Quando a restauração acontece em áreas identificadas como prioritárias, o impacto em biodiversidade, clima e geração de emprego e renda é significativamente maior”, destacou o diretor de Departamento de Florestas da Secretaria Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do MMA, Thiago Belote.

Os resultados obtidos serão utilizados como instrumentos de apoio à tomada de decisão complementares a outras ferramentas e avaliações, como políticas setoriais, agendas locais, oportunidades de financiamento e sinergias institucionais.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051

Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Energia solar no agronegócio reduz custos e transforma a produção rural no Brasil

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Energia solar avança no agronegócio e se consolida como ferramenta estratégica no campo

A energia solar tem ganhado espaço no agronegócio brasileiro e vem transformando a gestão de custos e a operação de propriedades rurais de diferentes portes. A tecnologia, cada vez mais presente no campo, já é aplicada em atividades como irrigação, bombeamento de água, resfriamento de leite, armazenagem de grãos e climatização de estruturas agrícolas.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o agronegócio representa cerca de 29% da energia renovável consumida no Brasil, reforçando o papel do setor na transição energética nacional.

Com isso, a energia fotovoltaica passa a ser vista não apenas como alternativa sustentável, mas como solução estratégica para aumentar a eficiência produtiva e reduzir custos operacionais.

Redução de custos e previsibilidade financeira impulsionam adoção no campo

Um dos principais fatores que explicam a expansão da energia solar no meio rural é a redução significativa das despesas com energia elétrica, que representam uma parcela relevante dos custos operacionais do agronegócio.

De acordo com especialistas do setor, a geração própria de energia permite maior previsibilidade financeira, reduzindo a exposição às variações tarifárias e melhorando o planejamento da produção.

“O produtor que consegue reduzir essa despesa de forma consistente ganha competitividade, melhora o fluxo de caixa da propriedade e consegue investir mais em produtividade e tecnologia”, afirma Raphael Brito, CEO da Solarprime.

Irrigação e armazenagem de grãos lideram aplicações da energia solar no agro

Entre as principais aplicações da energia solar no campo, os sistemas de irrigação se destacam pelo alto consumo energético. Em culturas que dependem de bombeamento constante de água, especialmente em períodos de estiagem, a tecnologia pode reduzir os custos com energia em até 90%, dependendo do sistema adotado e do uso de armazenamento.

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Além disso, a energia fotovoltaica tem sido amplamente utilizada em silos, câmaras frias, galpões e sistemas de ventilação, estruturas que exigem fornecimento contínuo de energia durante o ciclo produtivo.

Essas aplicações contribuem diretamente para a redução de perdas pós-colheita e para a melhoria da eficiência logística dentro das propriedades rurais.

Tecnologia amplia autonomia energética e fortalece a operação rural

Segundo especialistas, a energia solar deixou de ser apenas uma solução ambiental para se tornar uma ferramenta de gestão dentro das propriedades rurais.

“O produtor busca eficiência, previsibilidade e mais autonomia energética para sustentar o crescimento da operação”, explica Raphael Brito.

Na pecuária, a tecnologia também vem sendo adotada em sistemas de ordenha, resfriamento de leite e abastecimento de água para o rebanho. Em regiões mais afastadas dos centros urbanos, onde o fornecimento de energia pode ser instável, a geração própria garante maior segurança operacional.

Energia solar ganha espaço como investimento de longo prazo no agronegócio

Além da economia direta na conta de luz, fatores como longa vida útil dos equipamentos e baixa necessidade de manutenção reforçam a atratividade da energia solar no campo.

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Para o setor, a tecnologia se consolida como um investimento de longo prazo, alinhado à busca por maior eficiência e sustentabilidade econômica.

“O produtor rural brasileiro está cada vez mais atento à gestão do negócio. A energia solar entra como uma ferramenta importante para aumentar a eficiência, reduzir desperdícios e tornar a operação mais sustentável economicamente no longo prazo”, finaliza o CEO da Solarprime.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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