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Dia de Campo de Inverno em Londrina destaca lançamentos de trigo e técnicas de triticultura

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O Dia de Campo de Inverno, promovido pela Embrapa Soja, pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e pela Fundação Meridional, será realizado no dia 22 de agosto, a partir das 8h, na Embrapa Soja, em Londrina (PR). O evento terá como destaque o lançamento de duas novas cultivares de trigo, BRS Macuco e IPR Batovi, além da apresentação de práticas modernas de triticultura.

Inscrições e programação

Os interessados podem se inscrever antecipadamente por meio do link: https://encurtador.com.br/AcRKd.

A programação inclui quatro estações técnicas, com foco em variedades de trigo e triticale desenvolvidas pela Embrapa e pelo IDR-Paraná. O objetivo é proporcionar aos participantes informações práticas e atualizadas sobre o cultivo do cereal, desde a escolha das sementes até o manejo integrado das lavouras.

Manejo de plantas daninhas e importância do trigo na rotação

Uma das estações técnicas será dedicada ao manejo outonal de plantas daninhas no sistema de produção trigo/soja, conduzida pelo pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas.

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Outra estação destacará a importância do trigo para o sistema de produção agrícola, tema apresentado pelo pesquisador Henrique Debiasi, também da Embrapa Soja. Os conteúdos visam oferecer estratégias para aumentar a produtividade e sustentabilidade das lavouras de inverno.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Gergelim: o novo trunfo do produtor mato-grossense para garantir o lucro

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Mato Grosso, tradicionalmente reconhecido pela hegemonia na produção de soja e milho, diversificou sua matriz produtiva e consolidou o gergelim como uma cultura estratégica para o desenvolvimento econômico estadual. Com uma participação de 73% na produção nacional, o estado deixou de ser um produtor de nicho para se tornar o principal fornecedor do mercado brasileiro, com reflexos diretos na balança comercial.

Dados comparativos entre as safras 2018/19 e a projeção para 2025/26 revelam a velocidade da expansão: a produção estadual cresceu 465%, enquanto a área cultivada avançou 588%. Esse movimento é resultado da adaptação da oleaginosa à janela da safrinha, período em que o gergelim demonstra maior resiliência a condições climáticas adversas em comparação a outras culturas, garantindo estabilidade produtiva.

A escala alcançada por Mato Grosso permitiu a conquista de mercados externos exigentes. Entre 2020 e 2025, o volume de exportações de gergelim teve alta de 600%. A demanda é sustentada principalmente pela China e pela Índia, países que utilizam o grão tanto para o consumo in natura quanto para a extração de óleo e processamento industrial.

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Para o produtor rural, a adoção do gergelim atua como um mecanismo de proteção de receita. A cultura oferece uma alternativa de fluxo de caixa que reduz a dependência exclusiva das oscilações de preços internacionais da soja e do milho, permitindo a manutenção da rentabilidade mesmo em ciclos de retração das commodities principais.

O próximo estágio do setor, segundo analistas, é a elevação do valor agregado. Embora o estado domine o volume exportado, o desafio atual é a industrialização. A transformação do grão em derivados, como óleo e farelos, dentro de Mato Grosso, é vista como o passo necessário para maximizar a captura de margens na cadeia produtiva e encerrar a dependência da exportação da matéria-prima bruta.

Fonte: Pensar Agro

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