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Concurso de Produtividade do Milho Verão 2025/26 abre inscrições em setembro

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O Grupo Tático de Aumento de Produtividade (Getap) abre em setembro as inscrições para o Concurso de Produtividade do Milho Verão 2025/26. A expectativa da organização é superar o número de 390 áreas participantes do último ciclo e cadastrar 500 áreas.

Segundo o Getap, o formato de regionalização, que agrupa produtores em condições agronômicas semelhantes, será mantido. A medida busca tornar a disputa mais técnica e equilibrada, valorizando comparações justas entre áreas de clima e solo similares.

Recordes na edição de inverno reforçam expectativas

A edição de inverno de 2025 do concurso registrou quebras de recordes nacionais e regionais, com destaque para os resultados no plantio em sequeiro (330 sacas por hectare) e irrigado (340 sacas por hectare).

Gustavo Capanema, coordenador técnico do Getap, destacou avanços em estados como Maranhão e Minas Gerais, onde foram obtidas marcas inéditas. Segundo ele, os números refletem a adoção de novas estratégias e o uso preciso de tecnologias. “Para 2026, queremos estimular a disseminação de práticas bem-sucedidas, elevar a média nacional e avançar em produtividade com base na troca de conhecimento”, afirma.

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Como se inscrever e benefícios para os produtores

As inscrições poderão ser realizadas pelo site oficial www.getap.agr.br

Produtores poderão cadastrar diferentes áreas e também haverá a opção de inscrição via patrocinadores, utilizando cupom de custeio.

Para agricultores independentes, será disponibilizado código/cupom de inscrição gratuita. Caso optem pela auditoria, os serviços de análise técnica não estão incluídos, mas todos os participantes recebem laudo detalhado, incluindo produtividade, população de plantas, peso e número de grãos por espiga, comparativos de manejo e análise financeira.

Auditoria técnica garante confiabilidade

A validação dos resultados seguirá critérios rigorosos, com auditoria técnica independente. Indicadores como produtividade, população obtida e peso dos grãos serão considerados. A metodologia mantém o caráter técnico do concurso, permitindo que todos os produtores — patrocinados ou não — recebam feedback completo sobre suas áreas.

Regionalização e título de campeão

A regionalização, implementada pela primeira vez em 2025, será mantida. A metodologia compara áreas sob condições semelhantes de clima e pressão de pragas, garantindo competição justa. O concurso mantém o título de grande campeão nacional e introduz também a premiação de campeão regional.

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Perspectivas para a safra 2026

O Getap projeta um verão de 2026 desafiador, baseado no compartilhamento de práticas bem-sucedidas e na difusão de tecnologias de manejo. “A ideia é avançar além dos números recentes, elevando a média nacional e estabelecendo novos recordes, com decisões agronômicas orientadas por dados”, explica Capanema.

Os vencedores serão anunciados durante o Fórum Getap 2026 (data a definir). Mais informações sobre inscrições, regulamento e auditoria estarão disponíveis no site oficial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Meliponicultura ganha força no Rio Grande do Sul e destaca papel das abelhas sem ferrão na produção de alimentos

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A meliponicultura, atividade voltada à criação racional de abelhas sem ferrão, voltou a ganhar destaque em São Paulo das Missões, no Rio Grande do Sul. A iniciativa tem mobilizado estudantes, idosos e técnicos em ações de educação ambiental e conscientização sobre a importância desses insetos para a polinização, a biodiversidade e a sustentabilidade da produção agropecuária.

Nos últimos dias, encontros promovidos no município reuniram diferentes gerações em atividades de capacitação e troca de conhecimentos sobre as espécies nativas de abelhas sem ferrão e sua contribuição para os ecossistemas e para a agricultura.

As ações ocorreram em escolas e comunidades rurais da região. No dia 17 de junho, participaram integrantes do Grupo da Terceira Idade e alunos do 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Cristo, localizada na Linha Lavina. Já no dia 10 de junho, a temática foi debatida com grupos da terceira idade e estudantes da Escola Estadual de Educação Básica Professor Francisco José Damke, na comunidade de Linha Dona Helena Sul.

Abelhas sem ferrão são fundamentais para a polinização

Durante os encontros, o engenheiro agrônomo e supervisor microrregional da Emater/RS-Ascar, Joney Braun, apresentou informações sobre as principais espécies de abelhas sem ferrão encontradas na região, os diferentes tipos de mel produzidos e a relevância desses polinizadores para a manutenção da agrobiodiversidade.

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Segundo o especialista, as abelhas desempenham papel essencial na reprodução de inúmeras espécies vegetais e contribuem diretamente para a produtividade agrícola, favorecendo culturas alimentares e a conservação dos recursos naturais.

Braun também destacou uma importante novidade para os meliponicultores gaúchos. A partir deste ano, a Declaração Anual de Rebanho, coordenada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), passou a incluir o registro das abelhas sem ferrão. O cadastramento é obrigatório para produtores que mantêm criações animais no Estado e deve ser realizado até o dia 30 de junho.

Rio Grande do Sul possui 24 espécies nativas utilizadas na meliponicultura

O Rio Grande do Sul abriga uma rica diversidade de abelhas sem ferrão, com 24 espécies nativas utilizadas na meliponicultura. Entre as mais conhecidas estão:

  • Jataí;
  • Uruçu;
  • Mandaçaia;
  • Guaraipo;
  • Iraí;
  • Borá;
  • Canudo;
  • Manduri;
  • Boca-de-sapo;
  • Irapuã;
  • Mirim-preguiça;
  • Mirim-emerina.

Além da produção de mel diferenciado e de alto valor agregado, essas espécies exercem função estratégica na polinização de plantas nativas e culturas agrícolas, contribuindo para o equilíbrio ambiental e a segurança alimentar.

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Projeto ambiental une gerações em defesa das abelhas

As atividades desenvolvidas em São Paulo das Missões fazem parte de uma parceria entre a Emater/RS-Ascar, grupos da terceira idade e a Federação Estadual dos Clubes da Terceira Idade do Rio Grande do Sul (Fectirgs).

O trabalho integra o projeto ambiental “Um Planeta Melhor para Nossos Netos e Bisnetos”, desenvolvido anualmente pela entidade em diversos municípios gaúchos. Em 2026, o foco das ações está voltado à preservação das abelhas e à conscientização sobre a importância da polinização para a produção de alimentos, a manutenção dos ecossistemas e a qualidade de vida das futuras gerações.

A iniciativa reforça que a proteção das abelhas sem ferrão vai além da conservação ambiental, representando também um investimento estratégico para a agricultura sustentável e para o fortalecimento da biodiversidade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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