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STF determina vigilância integral na residência de Bolsonaro

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, ordenou nesta terça-feira (26) que a Polícia Penal do Distrito Federal realize monitoramento contínuo na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar.

De acordo com a determinação, as equipes devem acompanhar o local em tempo real, de forma discreta, sem expor os agentes ou interferir na rotina da vizinhança. A utilização de uniformes e armamento ficará a critério da corporação.

Medida atende recomendação da PGR

O reforço na vigilância foi motivado por um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou risco de fuga do ex-presidente. Moraes considerou a medida “adequada e necessária”, sobretudo diante da proximidade do julgamento da ação penal 2.668.

A PGR havia enviado sua manifestação favorável à intensificação do monitoramento no dia anterior, segunda-feira (25).

Comunicação às autoridades e à defesa

O ministro também determinou que a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal seja informada para adotar providências cabíveis. Os advogados de Bolsonaro deverão ser intimados sobre a decisão, e a PGR terá cinco dias para se pronunciar sobre questões pendentes do processo.

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Origem do pedido de reforço

O pedido de ampliação da vigilância foi inicialmente apresentado pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), líder do PT na Câmara, e encaminhado ao STF pela Polícia Federal, que destacou a necessidade de acompanhamento mais rigoroso.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro movimentou mais de R$ 31 bilhões no primeiro trimestre de 2026

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As exportações do agronegócio paulista movimentaram mais de R$ 31 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), consolidando o Estado como principal fornecedor nacional de produtos agropecuários ao mercado internacional.

O desempenho é puxado pelo complexo sucroenergético, que concentra a maior parte das vendas externas. O açúcar respondeu por 95,3% das exportações do setor no período, com forte demanda de países da Ásia e do Oriente Médio. São Paulo detém 65,3% da produção nacional voltada à exportação nesse segmento.

A citricultura mantém protagonismo. O Estado é responsável por cerca de 80% dos sucos exportados pelo Brasil, com o suco de laranja representando 97,2% da categoria e movimentando aproximadamente R$ 2,8 bilhões no trimestre, com foco na União Europeia e nos Estados Unidos.

Na diversificação da pauta, as carnes somaram cerca de R$ 5 bilhões, o equivalente a 16,1% das exportações do agro paulista, com liderança da bovinocultura. Já os produtos florestais, como celulose e papel, movimentaram aproximadamente R$ 4,3 bilhões, com a China como principal destino.

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A força do agro paulista está distribuída regionalmente. O complexo sucroenergético se concentra nas regiões de Araçatuba, Barretos e Sorocaba, enquanto a citricultura tem base nas regiões de Bauru e Central, sustentando a competitividade do Estado no mercado global.

Para dar suporte ao crescimento, o governo estadual mantém políticas de fomento como o Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), voltado ao financiamento e ao seguro rural, além de programas de incentivo à inovação e à tecnologia no campo.

Fonte: Pensar Agro

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