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Colmeia Viva® promove integração entre agricultura e apicultura no Encontro Abelheiro 2025

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O Colmeia Viva®, programa do Sindiveg (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal), participará do Encontro Abelheiro 2025, que será realizado de 26 a 28 de setembro em Carazinho (RS). A iniciativa busca promover a convivência harmoniosa entre agricultura e apicultura por meio de capacitação, disseminação de informações e incentivo ao diálogo entre os setores.

No dia 26, o programa apresentará a palestra “Boas Práticas Integradas: da polinização à produtividade agrícola”, reforçando a importância da adoção de estratégias sustentáveis que conciliem produtividade e preservação ambiental.

Educação e conscientização sobre defensivos e polinizadores

Voltado à educação e à troca de experiências entre profissionais do campo, o Colmeia Viva® tem ampliado a conscientização sobre o uso correto de defensivos agrícolas, proteção de abelhas e a relevância dos polinizadores para o equilíbrio dos ecossistemas.

Durante a palestra, serão apresentadas estratégias de manejo que mostram como práticas responsáveis podem harmonizar a produção agrícola e a preservação das abelhas, beneficiando tanto o agricultor quanto o apicultor.

Experiências práticas com especialistas do setor

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A palestra será conduzida por Fernando Augusto Souza Floriano, técnico em segurança do trabalho e biotecnologia, apicultor, meliponicultor e fundador do Instituto Guardião das Abelhas, em parceria com Luana Maria Nogueira, sócia fundadora da organização.

Fernando destaca a importância da comunicação e da cooperação entre produtores e apicultores:

“A boa relação entre o apicultor e o produtor é fundamental para a preservação ambiental. Com boas práticas de aplicação e comunicação eficiente, protegemos tanto as abelhas manejadas quanto as silvestres.”

Luana complementa:

“Essa integração resulta em ganhos reais de produtividade, preservando as populações de abelhas e contribuindo para práticas agrícolas sustentáveis.”

Papel estratégico do Colmeia Viva® na sustentabilidade agrícola

O conteúdo apresentado reforça o manejo consciente, a colaboração entre profissionais do campo e a adoção de práticas responsáveis. O Colmeia Viva® desempenha papel estratégico ao promover ações educativas que orientam o uso correto de tecnologias agrícolas e incentivam a preservação da biodiversidade.

Encontro Abelheiro: referência nacional em conhecimento apícola

Idealizado pela Aliança Abelheira, o Encontro Abelheiro é um dos principais eventos de troca de conhecimento técnico entre apicultores, meliponicultores e especialistas do país. O objetivo é impulsionar o setor por meio do intercâmbio de experiências, inovações e boas práticas, valorizando a contribuição das abelhas para a sustentabilidade da agricultura brasileira.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Lideranças alertam que crédito recorde é ineficiente sem juros menores e seguro rural

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O anúncio do Plano Safra 2026/27, marcado para a próxima terça-feira (30.06), chega ao produtor rural em meio a um clima de ceticismo. Enquanto o governo federal projeta um volume recorde entre R$ 570 bilhões e R$ 652 bilhões, as lideranças do setor alertam que, em um cenário de juros elevados e margens de lucro espremidas, o montante nominal importa menos do que a efetividade das taxas de equalização. O que o campo busca não é apenas liquidez, mas uma estratégia de sobrevivência que contemple o endividamento acumulado nos últimos ciclos.

Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o plano precisa ir além do anúncio de “recordes” orçamentários. A crítica central das bancadas é que o governo carece de uma visão estrutural de longo prazo: enquanto o custo de capital subiu, a subvenção ao seguro rural foi tratada como variável de ajuste orçamentário. Sem proteção contra intempéries, o crédito acaba financiando o risco, e não a produtividade, perpetuando o ciclo de inadimplência que já preocupa o Banco Central.

A Aprosoja Mato Grosso ecoa o descontentamento com a falta de previsibilidade. Para a entidade, de nada adianta um volume robusto se as linhas de investimento — essenciais para armazenagem e modernização — permanecerem travadas ou de difícil acesso para o médio produtor. O setor produtivo aponta que a paridade de importação e os custos de produção em patamares históricos exigem que o Plano Safra seja, antes de tudo, um instrumento de competitividade internacional, e não uma peça de marketing político que ignora a realidade técnica das fazendas.

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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Engenheiro Agrônomo Isan Rezende (foto), o setor está diante de uma encruzilhada. “O governo insiste em focar no volume total de crédito como se isso, por si só, garantisse a estabilidade da safra, mas esquece que o custo desse dinheiro tornou-se proibitivo para grande parte dos produtores. Não precisamos de um recorde de bilhões disponíveis se as taxas de juros não forem condizentes com a realidade de um setor que, nos últimos dois anos, foi duramente atingido por quebras climáticas sucessivas e pela volatilidade dos preços internacionais. O produtor hoje precisa de fôlego, não de novos passivos impagáveis”, afirmou Rezende.

“O agronegócio não pode ser tratado como um setor auxiliar que recebe atenção apenas quando a balança comercial precisa de socorro. Precisamos que o Plano Safra 2026/27 venha acompanhado de uma política clara de renegociação de dívidas e de um comprometimento real com o Seguro Rural. Sem isso, estamos apenas postergando um colapso financeiro que vai atingir desde o pequeno produtor até a economia das cidades que dependem diretamente do sucesso da nossa safra”, disse Isan.

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“A nossa expectativa é de que, no dia 30, o anúncio não seja apenas um conjunto de números desenhado pela Fazenda para cumprir calendário. Queremos ver, de fato, a implementação de uma estratégia que proteja a nossa capacidade de investimento. Se o governo continuar tratando a equalização como um gasto primário e não como o investimento estratégico que é, estaremos condenando o próximo ciclo a uma estagnação perigosa. O agronegócio é o motor que mantém o Brasil respirando, e ele exige o respeito de ser tratado com política econômica técnica, e não com medidas paliativas que não resolvem o gargalo do custo do crédito na ponta”, concluiu o presidente do Instituto do Agronegócio.

Fonte: Pensar Agro

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