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Expocacer reduz 10,4% das emissões de carbono e se destaca em sustentabilidade no setor cafeeiro

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A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer) concluiu a verificação independente do seu Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) de 2024, comprovando avanços na sustentabilidade e na gestão climática. O processo seguiu as diretrizes do GHG Protocol, garantindo transparência e rigor técnico na medição das emissões da cooperativa.

O inventário registrou 428,65 toneladas de CO₂ equivalente, considerando os três escopos de emissão, com redução de 10,4% nas emissões diretas (Escopo 1) em comparação a 2023. Entre os principais fatores estão a modernização da frota, agora com veículos movidos a combustíveis renováveis, e o maior controle dos processos logísticos e energéticos.

“O inventário é essencial para compreender nossas fontes de emissão, planejar ações de mitigação e comprovar que nossos compromissos climáticos são reais e auditáveis”, afirma Farlla Gomes, gerente técnica e de sustentabilidade da Expocacer.

Gestão estratégica de carbono e metodologias internacionais

A Expocacer detalha suas emissões em três categorias:

  • Escopo 1 (emissões diretas): Veículos e geradores próprios.
  • Escopo 2 (emissões indiretas): Energia elétrica adquirida.
  • Escopo 3 (outras emissões indiretas): Viagens a negócios, gestão de resíduos e outros.
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O inventário integra a agenda ESG da cooperativa, alinhada ao protocolo de sustentabilidade ECO By Expocacer, reconhecido pela Global Coffee Platform.

“A elaboração do inventário envolve coleta de dados, validação criteriosa e construção de uma cultura de responsabilidade ambiental”, explica Eliza M. Ourives, consultora responsável pelo desenvolvimento técnico do inventário.

A cooperativa adota práticas como boas práticas agrícolas, inovação tecnológica, energia limpa e soluções regenerativas, garantindo que cada saca de café rastreada carregue um compromisso mensurável com a sustentabilidade.

Antecipação às exigências do mercado global

A verificação de GEE ganha relevância à medida que normas internacionais, como a Lei Antidesmatamento da União Europeia (EUDR), exigem rastreabilidade e transparência ambiental. Com dados auditáveis, a Expocacer se posiciona à frente dos mercados globais mais exigentes, fortalecendo sua reputação em governança, transparência e impacto positivo.

“Estamos construindo um novo padrão para o cooperativismo brasileiro, mostrando que é possível crescer de forma sustentável, com responsabilidade social e ambiental”, destaca Farlla Gomes.

A certificação do inventário coloca a Expocacer entre as poucas cooperativas brasileiras que divulgam publicamente dados de carbono verificados, consolidando sua liderança em gestão climática no setor cafeeiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ministro André de Paula e governadora do RN dialogam sobre o desenvolvimento da agropecuária estadual

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, recebeu nesta segunda-feira (27) a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, para debater pautas voltadas ao desenvolvimento da agropecuária potiguar.

Entre os temas apresentados pela governadora estiveram a possibilidade de exportação de gado vivo pelo Porto de Natal, a retomada das exportações de pescado brasileiro para a União Europeia, a aquisição de tratores e implementos agrícolas e a construção de abatedouros.

Durante a reunião, o ministro André de Paula destacou a importância da atuação conjunta entre as equipes técnicas para o fortalecimento do agro local. “Foi uma oportunidade em que reunimos a minha equipe e a equipe da governadora, e tenho certeza de que daqui sairão muito boas notícias para o povo do Rio Grande do Norte”, afirmou.

Fátima Bezerra também agradeceu o apoio contínuo do Governo Federal na viabilização de investimentos, no destravamento de projetos e no fortalecimento das cadeias produtivas locais. Segundo ela, as demandas apresentadas refletem não apenas desafios, mas oportunidades concretas de desenvolvimento econômico e social para o Nordeste.

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As exportações de pescado brasileiro para a União Europeia estão suspensas desde 2017. Desde 2023, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) mantêm diálogo permanente com a autoridade sanitária europeia.

Nesse período, já foram adotadas medidas para atender aos critérios higiênico-sanitários exigidos das embarcações pesqueiras interessadas em exportar para a União Europeia e o Reino Unido.

O Nordeste concentra a maior parte da produção nacional de camarão, com destaque para a carcinicultura (criação de camarão em cativeiro). Os estados do Ceará e do Rio Grande do Norte lideram esse segmento no país.

Durante o encontro, a governadora ressaltou, ainda, o potencial produtivo da região. “O Nordeste concentra um enorme potencial produtivo, sendo responsável por mais da metade da produção alimentar do país. Somos conhecidos pelos 4 M’s: melão, melancia, manga e mamão, que se destacam nas exportações”.

Fátima Bezerra acrescentou que, no campo do desenvolvimento produtivo, as iniciativas apresentadas ao ministro são voltadas ao fortalecimento da infraestrutura rural, como a ampliação da mecanização e a perfuração de poços.

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Participaram da reunião, pelo Mapa, o secretário-executivo, Cleber Soares; o secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais, Augusto Billi; e a assessora especial do Mapa, Sibelle Andrade. Pelo governo estadual, estiveram presentes o secretário de Agricultura, Guilherme Saldanha; a controladora-geral do RN, Luciana Pádua; a vereadora de Natal, Samanda Alves; o vereador de Natal, Daniel Valença; e a chefe do escritório de representação, Danúbia Régia.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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